Autopercepção do perfil facial de adolescentes e fatores associados: características do indivíduo, bem-estar e autoestima

dc.creatorCristiane Braga Barbosa Machado da Silva
dc.date.accessioned2023-09-28T19:18:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:39Z
dc.date.available2023-09-28T19:18:23Z
dc.date.issued2023-07-25
dc.description.abstractThe period of adolescence is relevant in orthodontic treatment, as changes occur in this phase of dentofacial development that greatly modify the dentition and the face. It is usually in this age group that orthodontic treatment begins and its search is predominantly triggered by an aesthetic demand. Facial profile can undergo major changes during orthodontic treatment, according to the type of treatment. Therefore, orthodontic treatment planning based on scientific evidence also requires the patient's participation in reporting self-perception of their facial profile. The self-perception of patients in the adolescence life cycle can be influenced by factors such as age, sex and self-esteem. Therefore, the objective of this study was to evaluate the influence of self-esteem, well-being and individual characteristics on the self-perception of the oral facial profile in adolescents. A cross-sectional observational study was carried out with a sample of 158 adolescents of both sexes, aged between 10 and 19 years, patients and undergraduate students of the Faculty of Dentistry of Universidade Federal de Minas Gerais. The self-perception of facial profiles was assessed by presenting a template containing 10 profile photographs, nine of which were standardized photographs and one profile photograph of the study participant. The participant was asked to identify his/her soft tissue profile among the 10 photographs. Soft tissue profile photographs were taken by a trained researcher. The adolescents' self-esteem was measured using the validated Brazilian version of the Rosenberg Scale. For adolescents under 18 years of age, their parents/guardians completed a questionnaire about the socioeconomic and demographic conditions of the adolescents and their families, and about how much the adolescent's well-being was affected by oral conditions. Adolescents aged 18 years and over answered the same questions. Descriptive statistics and unadjusted and adjusted Poisson regression with robust variance were used for data analysis (p<0.05). The adjusted analysis model showed that self-perception of the facial profile was higher in older adolescents (PR=1.79; 95%CI:1.34-2.40; p<0.001) and whose general well-being was not affected by oral conditions (PR=1.41; 95%CI:0.91-1.81; p=0.007). Adolescents who report feeling like failures (PR=0.63; 95%CI:0.46-0.85; p=0.003) and those who have a positive attitude towards themselves (PR=1.46; 95% CI: 1.00-2.14; p=0.050) are more likely to recognize their facial profile than those who do not have these feelings. It is concluded that older adolescents, who did not have their general well-being affected by their oral condition, who reported feeling like failures and having a positive attitude about themselves, were more likely to recognize their facial profile.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59000
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectOrtodontia
dc.subjectAdolescente
dc.subjectEstética dentária
dc.subjectAutoimagem
dc.subjectSatisfação pessoal
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherAutoimagem
dc.subject.otherSatisfação pessoal
dc.subject.otherOrtodontia
dc.subject.otherEstética dentária
dc.titleAutopercepção do perfil facial de adolescentes e fatores associados: características do indivíduo, bem-estar e autoestima
dc.title.alternativeSelf-perception of the facial profile in adolescents and associated factors: individual characteristics, well-being and self-esteem
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Saul Martins de Paiva
local.contributor.advisor1Cristiane Baccin Bendo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3720858933739690
local.contributor.referee1Silvia Amélia Scudeler Vedovello
local.contributor.referee1Leniana Santos Neves
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5045776838842546
local.description.resumoO período da adolescência é relevante no tratamento ortodôntico, pois nessa fase de desenvolvimento dentofacial ocorrem alterações que modificam demasiadamente a dentição e a face. Geralmente é nessa faixa etária que se inicia o tratamento ortodôntico e sua busca é desencadeada predominantemente por uma demanda estética. Durante o tratamento ortodôntico, o perfil facial pode sofrer grandes alterações. Sendo assim, o planejamento do tratamento ortodôntico baseado em evidência cientifica requer também a participação do paciente no relato da autopercepção sobre seu perfil facial. A autopercepção de pacientes no ciclo de vida da adolescência pode ser influenciada por fatores como a idade, sexo e autoestima. Diante disso, o objetivo desse estudo foi avaliar a influência da autoestima, do bem-estar e das características do indivíduo na autopercepção do perfil facial em adolescentes. Foi realizado um estudo observacional transversal com uma amostra de 158 adolescentes de ambos os sexos, com idade entre 10 a 19 anos, pacientes e alunos de Graduação da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais. A autopercepção dos perfis faciais foi avaliada pela apresentação de um template contendo 10 fotografias de perfil facial, sendo nove fotografias padronizadas e uma fotografia de perfil do participante do estudo. O participante foi solicitado a identificar o seu perfil facial dentre os 10 apresentados. As fotografias de perfil facial foram realizadas por uma pesquisadora treinada. A autoestima dos adolescentes foi medida por meio da versão brasileira validada da Escala de Rosenberg. No caso de adolescentes menores de 18 anos, seus pais/responsáveis responderam a um questionário sobre as condições socioeconômicas e demográficas de suas famílias, e sobre o quanto o bem-estar do adolescente era afetado pelas condições bucais. Os adolescentes de 18 anos ou mais responderam à mesmas questões. Análises descritivas e regressão de Poisson com variância robusta, não ajustada e ajustada, foram realizadas (p<0,05). O modelo de análise ajustada demonstrou que a autopercepção do perfil facial era maior em adolescentes mais velhos (Razão de Prevalência [RP]=1,79; 95%Intervalo de Confiança [IC]:1,34-2,40; p<0,001) e cujo bem-estar geral não era afetado pelas condições bucais (RP=1,41; 95%IC:1,10-1,81; p=0,007). Os adolescentes que relatam se sentirem fracassados (RP=0,63; 95%IC:0,46-0,85; p=0,003) e aqueles que apresentam uma atitude positiva consigo mesmo (RP=1,46; 95%IC: 1,00-2,14; p=0,050) têm maior probabilidade de reconhecer o seu perfil facial do que aqueles que não possuem esses sentimentos. Conclui-se que adolescentes mais velhos, que não tiveram seu bem-estar geral afetado pela condição bucal, que relataram sentirem-se fracassados e possuírem uma atitude positiva sobre si mesmos apresentaram maior probabilidade de reconhecer o seu perfil facial.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0094-6272
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOPEDIATRIA E ORTODONTIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Odontologia

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