Corpos deslocados: Relações entre política, estética e ativismo ambiental

dc.creatorMarcela Andrade Gomes
dc.creatorMarco Aurélio Máximo Prado
dc.creatorLupicínio Íñiguez-rueda
dc.creatorKatia Maheirie
dc.date.accessioned2024-05-29T18:11:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:29Z
dc.date.available2024-05-29T18:11:59Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThe heterogeneity of forms of activism and resistance have inscribed in the public sphere a multiplicity of political scenes that make us to problematize the polyphony and polymorphism of contemporary political subjects. This paper aims to problematize the concept of politics, inspired by the analysis of Nongovernmental Organization (NGO) Greenpeace's actions, producing some reflections about the emergence of the political subject in the current context. From Jacques Rancière's thesis that the basis of politics is an aesthetic, we discuss Greenpeace's actions, linking the political debate to the sphere of sensible in a contemporary collective life. From our analysis, Greenpeace has created new forms of insertion and transformation of public space into political, reinventing more fluid, creative and irreverent forms of militancy that can destabilize the hegemonic discursive grammar of the hegemonic order.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.22491/1678-4669.20180019
dc.identifier.issn1678-4669
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68762
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEstudos de Psicologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPolítica
dc.subjectEstética
dc.subjectMovimentos sociais
dc.subject.otherPolítica
dc.subject.otherEstética
dc.subject.otherMovimentos sociais
dc.titleCorpos deslocados: Relações entre política, estética e ativismo ambiental
dc.title.alternativeBodies displaced: Politics, aesthetics and environmental activism
dc.title.alternativeCuerpos fuero de lugar: Las relaciones entre politica, estetica y activismo ambiental
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage199
local.citation.issue2
local.citation.spage189
local.citation.volume23
local.description.resumoA heterogeneidade das formas de ativismo e resistência tem inscrito na esfera pública uma multiplicidade de cenas políticas que nos direciona a problematizar a polifonia e polimorfose dos sujeitos políticos contemporâneos. Nesta seara, este artigo tem como objetivo problematizar o próprio conceito de política, a partir da análise de algumas ações da Organização não-Governamental (ONG) Greenpeace, com intuito de propiciar reflexões em torno da emergência do sujeito político no contexto atual. A partir da tese de Jacques Rancière de que a base da política é estética, este texto discute algumas intervenções realizadas pelo Greenpeace, atrelando o debate político à esfera da reconfiguração sensível na vida coletiva. A partir de nossas análises, temos compreendido que o Greenpeace tem criado novas formas de inserção e transformação do espaço público em político, reinventando formas de militância mais fluidas, criativas e irreverentes que, em alguma medida, desestabilizam a gramática discursiva hegemônica da ordem vigente.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3207-7542
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-294X2018000200010&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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