Modelagem dos fluxos brutos de situação ocupacional no Brasil segundo a PNAD contínua de 2019 a 2022 com enfoque no mercado de trabalho informal

dc.creatorElis Aparecida Ribeiro de Lima
dc.date.accessioned2023-10-30T15:40:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:08Z
dc.date.available2023-10-30T15:40:07Z
dc.date.issued2023-09-04
dc.description.abstractThis study aimed to carry out a statistical calculation of the transition flows between formal, informal, unemployed, discouraged and inactive workers regarding their transition in the quarters 2019/2 to 2019/4; 2020/2 to 2020/4; 2021/2 to 2021/4; and 2022/2 to 2022/4 of the Continuous PNAD. We aim to identify the effect of the pandemic specifically on the informal labor force. A statistical methodology was applied through raw flows, through the surf package of in the R software with the purpose of estimating flows considering non-response and complex sampling plans of the Continuous PNAD. Results indicate a smaller flow of Informal workers towards a Formal job in the years 2020 and 2021. In 2019, 13.94% of Informal workers migrated to the Formal category, but this percentage was only 5.92% in the year 2020, which represents the apex of the pandemic. Informal workers corresponded to around 20% in all cases, having presented smaller percentages in the year 2020. The Inactive represented more than 40% of the study population, which did not occur in any other year among those analyzed. The result of the analyzes showed the severity of the pandemic period, so that it generated a great economic stagnation, since there was a tendency to maintain the Formal, Inactive and Informal categories, that is, individuals with these conditions remain in this condition. The maintenance of formal employment was greater in the years 2020 and 2021, where the greatest effect of the COVID-19 pandemic occurred, apparently caused by a lower migration of these workers to informality.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60243
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectEstatística
dc.subjectPesquisa nacional por amostra de domicílios
dc.subjectSetor informal (Economia)
dc.subjectAmostragem complexa
dc.subject.otherPNAD Contínua
dc.subject.otherInformalidade
dc.subject.otherFluxos brutos
dc.subject.otherPlanos amostrais complexos.
dc.titleModelagem dos fluxos brutos de situação ocupacional no Brasil segundo a PNAD contínua de 2019 a 2022 com enfoque no mercado de trabalho informal
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Guilherme Lopes de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2909498413150072
local.contributor.referee1Gabriel Henrique Oliveira Assunção
local.contributor.referee1Guilherme Anthony Pinheiro Jacob
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0258255082110948
local.description.embargo2025-09-04
local.description.resumoEste estudo teve como objetivo realizar uma modelagem estatística dos fluxos brutos de transição entre trabalhadores formais, informais, desocupados, desalentados e inativos quanto a sua transição nos trimestres 2019/2 para 2019/4; 2020/2 para 2020/4; 2021/2 para 2021/4; e 2022/2 para 2022/4 com base nos dados da PNAD Contínua. Buscou-se focar nos possíveis efeitos da pandemia, sobretudo no mercado de trabalho informal. Para tanto, foi utilizada metodologia de modelagem estatística por meio de fluxos brutos, através do pacote surf no software R com a finalidade de estimar fluxos considerando não-resposta e planos amostrais complexos. A partir da análise dos dados, pode-se observar que os resultados indicam um menor fluxo de trabalhadores entre as categorias Informais e Formal no período pandêmico, 2020 e 2021. Em 2019, 13,94% dos Informais migraram para a categoria Formal, mas tal percentual foi de apenas 5,92% no ano de 2020, que representa o ápice da pandemia. Os trabalhadores Informais corresponderam a cerca de 20% em todos os casos, tendo apresentado percentuais menores no ano de 2020. Neste mesmo ano, os Inativos representaram mais de 40% da população em estudo, o que não ocorreu em nenhum outro ano dentre os analisados. O resultado das análises mostrou a gravidade do período da pandemia, que gerou uma grande estagnação econômica, uma vez que houve uma tendência de manutenção das categorias Formal, Inativo e Informal, ou seja, indivíduos com estas condições tendem permanecer nessa condição. A manutenção do emprego Formal foi maior nos anos de 2020 e 2021 quando houve maior efeito da pandemia de COVID-19, aparentemente causado por uma menor migração dos trabalhadores para a informalidade. Coincidentemente, os resultados indicam um menor fluxo de trabalhadores Informais na direção de um trabalho Formal nos anos de 2020 e 2021.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7624-5894
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estatística

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