O uso/não uso de preservativo entre mulheres residentes em Belo Horizonte e Recife, 2002: um estudo de fatores associados

dc.creatorClaudia Ferreira Souza
dc.date.accessioned2019-08-12T00:55:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:43Z
dc.date.available2019-08-12T00:55:36Z
dc.date.issued2008-08-22
dc.description.abstractSexually transmitted diseases (STD's), including the Human Immunodeficiency Virus (HIV), are major causes of morbidity, mortality, and disability. They are also associated with high costs for public health systems. Among the various forms of prevention, the use of condoms has gained increasing importance and is described as an effective way to reduce STD's/AIDS infection and unwanted pregnancies. The objective of this master´s thesis is to investigate associations between the use and non-use of condom and education level, age, race/color and region of residence (Belo Horizonte and Recife) among white, brown, and black females of three different cohorts: young (18-29), adult (30-39) and mature (50-59).Data come from the survey SRSR Reprodutive Health, Sexuality, and Race/Color, a survey carried out by Cedeplar in Belo Horizonte and Recife in 2002. I use descriptive analysis and univariate logistic regressions to estimate the odds of not using a condom for females of the three cohorts under study, using as covariates social; sexual behavior; knowledge, perception and information; health care; and empowerment factors.The odds of not using condoms is higher among women from Recife, if compared to those who live in Belo Horizonte; for the mature cohort, if compared to the young cohort the risk for adult women is in between for whites, if compared to brown and black; for the less educated. If compared to the more educated females.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-7PNPLD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPreservativo feminino Belo Horizonte (MG)
dc.subjectDoenças sexualmente transmissíveis Belo Horizonte (MG)
dc.subjectSaúde pública Recife (PE)
dc.subjectSaúde pública Belo Horizonte (MG)
dc.subjectPreservativo femininoRecife (PE)
dc.subjectDoenças sexualmente transmissíveis Recife (PE)
dc.subject.otherBrasil
dc.subject.otherRecife
dc.subject.otherDST
dc.subject.otherAids
dc.subject.otherMulher
dc.subject.otherRaça/cor
dc.subject.otherBelo Horizonte
dc.subject.otherPreservativo
dc.titleO uso/não uso de preservativo entre mulheres residentes em Belo Horizonte e Recife, 2002: um estudo de fatores associados
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Carla Jorge Machado
local.contributor.advisor1Paula de Miranda Ribeiro
local.contributor.referee1Maria do Carmo Fonseca
local.contributor.referee1Suzana M. Cavenaghi
local.description.resumoAs doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), são importantes causas de morbidade, mortalidade e deficiências e estão associadas a altos custos para os sistemas de saúde pública. Entre as várias formas de prevenção, o uso do preservativo ganha cada vez mais importância e é apontado como uma maneira eficaz de reduzir a infecção por DST´s/Aids e as gravidezes indesejadas. Propõe-se investigar, nesta dissertação, algumas associações existentes entre o uso e não uso do preservativo por mulheres brancas, pardas e pretas, divididas em três coortes (jovem, adultas e maduras), residentes em Belo Horizonte e Recife, observando se a escolaridade, idade e raça/cor são fatores e diferenças regionais se associam ao uso (ou não) da camisinha.Foram utilizados os dados da Pesquisa Saúde Reprodutiva, Sexualidade e Raça/cor, realizada em Belo Horizonte e Recife em 2002. Após uma análise descritiva, são apresentados modelos de regressão logística univariada para estimar as chances do não uso do preservativo entre as mulheres das três coortes, em função de variáveis sociodemográficas, de comportamento sexual, de conhecimento, percepção e informação, de cuidados com a saúde e de poder de negociação. A chance de não uso do preservativo foi maior do que entre aquelas que residem em Recife (88% maior), em relação às mulheres que residem em Belo Horizonte. Em comparação com as jovens, as mulheres adultas têm maior chance de não usar o preservativo, ao passo que, entre as mulheres da coorte madura, a chance de não uso é ainda maior. Quanto ao quesito raça/cor, observou-se que a chance das mulheres brancas usarem o preservativo é menor que o das pardas e pretas. A baixa escolaridade, por sua vez, está associada a uma menor chance de uso do preservativo em comparação às mulheres de escolaridade maior.
local.publisher.initialsUFMG

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