Cosmocerca minasensis n. sp. (Nematoda: Cosmocercidae) parasita do intestino grosso de Scinax longilineus (B. Lutz, 1968) (Anura: Hylidae).

dc.creatorBarbara Camilo Rajao Costa
dc.date.accessioned2019-08-13T17:05:54Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:58Z
dc.date.available2019-08-13T17:05:54Z
dc.date.issued2006-05-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SAGF-6ZCQLA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectParasitologia
dc.subjectAnuro
dc.subjectIntestino grosso
dc.subjectHelminto
dc.subjectParasito
dc.subject.otherAnura
dc.subject.otherCosmocerca
dc.subject.otherScinax
dc.subject.otherNematoda
dc.subject.otherParasitismo
dc.titleCosmocerca minasensis n. sp. (Nematoda: Cosmocercidae) parasita do intestino grosso de Scinax longilineus (B. Lutz, 1968) (Anura: Hylidae).
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcos Pezzi Guimaraes
local.contributor.referee1Walter dos Santos Lima
local.contributor.referee1Antonio Cesar Rios Leite
local.description.resumoFoi realizado um levantamento da helmintofauna intestinal de uma subpopulação de 60 anuros da espécie Scinax longilineus, coletada no Parque das Mangabeiras, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Os dados obtidos mostraram que esses animais estavam parasitados com apenas uma espécie de nematoda do gênero Cosmocerca, comumente encontrado nos anfíbios. A observação de alguns caracteres morfológicos dos helmintos, como o fenótipo e quantidade das plectanas, a posição do anel nervoso e vulva, as dimensões dos ovos larvados e, principalmente, o tamanho dos espículos permitiram concluir que estes parasitos fazem parte de uma nova espécie de cosmocercídeo. Esta nova espécie foi denominada Cosmocerca minasensis. A análise histopatológica das lâminas dos intestinos parasitados, quando comparadas com os cortes do grupo controle, mostrou que C. minasensis é uma espécie pouco patogênica para os hospedeiros anuros. No estrato epitelial do intestino grosso observou-se hiperplasia das células caliciformes, atrofia e dilatação das vilosidades. A lâmina própria estava fibrosada e apresentava uma maior população de macrófagos, que se organizaram em grupos condensados. Os capilares sanguíneos da mucosa intestinal encontraram-se menos numerosos e anastomosados. Estas modificações teciduais relatadas para os intestinos parasitados foram classificadas como leves, estando o infiltrado inflamatório restrito à camada mucosa.
local.publisher.initialsUFMG

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