Vigilância por pistas ou retrospectiva? qual o impacto na notificação das infecções do sítio cirúrgico em cirurgia cardíaca

dc.creatorNelma de Jesus Braz
dc.creatorSilma de Souza Evangelista
dc.creatorSíntia de Souza Evangelista
dc.creatorJuliana Ladeira Garbaccio
dc.creatorAdriana Cristina de Oliveira
dc.date.accessioned2022-04-20T19:48:54Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:45Z
dc.date.available2022-04-20T19:48:54Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0104-07072018001670017
dc.identifier.issn1980-265X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41114
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofTexto e contexto
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVigilância epidemiológica
dc.subjectInfecção da ferida cirúrgica
dc.subjectServiços de vigilância epidemiológica
dc.subjectEnfermagem
dc.titleVigilância por pistas ou retrospectiva? qual o impacto na notificação das infecções do sítio cirúrgico em cirurgia cardíaca
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.issue4
local.citation.spage1
local.citation.volume27
local.description.resumoObjetivo: avaliar o impacto das infecções do sítio cirúrgico notificadas pela vigilância por pistas comparadas àquelas detectadas pela avaliação retrospectiva do prontuário do paciente. Método: estudo epidemiológico e de reflexão conduzido em um hospital de grande porte, público, universitário. Resultados: a coleta dos dados ocorreu por meio de registros das notificações por pistas, realizada pela comissão de controle de infecção e por análise dos prontuários dos pacientes submetidos às cirurgias cardíacas entre os anos de 2011 e 2014. O diagnóstico da infecção do sítio cirúrgico seguiu os critérios definidos pelo National Healthcare Surveillance Network do Centers Disease Control. Os dados foram analisados no programa Epi-info® 6.4, por estatística descritiva. Foram analisados 294 pacientes submetidos a cirurgias cardíacas pela vigilância por pistas e 195 por revisão de prontuário. Notificaram-se 17 (65,9%) infecções do sítio cirúrgico superficiais; uma (3,8%) profunda; oito (30,8%) de órgão/cavidade na vigilância por pistas; 25 (69,4%) incisionais superficiais; dois (5,6%) profundas e nove (25%) de órgão/cavidade na revisão de prontuários. O impacto da vigilância por prontuários foi de 38,4% (36/26) em relação à vigilância por pistas. Conclusão: a vigilância por prontuários, apesar de sua reconhecida limitação, contribuiu, de forma importante, para se conhecer, de fato, as taxas de infecção do sítio cirúrgico. Sugere-se, aos serviços de investigação das infecções do sítio cirúrgico, repensar os métodos adotados para vigilância e, sobretudo, validar as taxas obtidas sob diferentes perspectivas que lhe sejam possíveis.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/tce/a/TcpmYkjFhmWDYJjGprs59MG/?lang=pt&format=pdf#:~:text=O%20impacto%20da%20vigil%C3%A2ncia%20por,de%20infec%C3%A7%C3%A3o%20do%20s%C3%ADtio%20cir%C3%BArgico.

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