Monitoramento sorológico e da presença do DNA pró-viral do lentivirus caprino (CAEV) no sangue e semen de reprodutores infectados

dc.creatorJuliano Cezar Minardi da Cruz
dc.date.accessioned2019-08-13T02:07:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:38Z
dc.date.available2019-08-13T02:07:05Z
dc.date.issued2009-02-27
dc.description.abstractCaprine arthritis-encephalitis (CAE) is a multisystemic viral syndrome in goats caused by small ruminant lentivirus (CAEV). The control measures prescribed for CAEV control are based on the indentification of infected animals through a suitable serological test. The aim of this work was to improve the CAE control measures through the association of indirect (agar gel immunodiffusion-AGID) and direct (nested-PCR) assays to CAEV diagnosis. AGID was performed at birth before colostrum, at day of infection and throughout 12 months pos infection. We studied the viral shedding in a group of nine experimental infected males over a year by following the proviral load by nested-PCR in semen and blood. During the experimental period (EP) no clinical signs of CAE were observed. Throughout the EP one animal (1/9) remained AGID-seronegative to CAEV. When the semen samples were submitted to PCR, that same AGID-seronegative animal showed positive results. Delayed seroconversion appears to be a feature of CAEV infection wich may have direct implications for eradication programs and epidemiologic studies that rely on serologic methods to detect infected goats. Our results suggest that the bucks show intermittent shedding of proviral DNA into ejaculated semen. No significant relationship was found between the presence of proviral CAEV DNA in blood and the detection of proviral CAEV DNA in ejaculates. We conclude that the classical management practices recommended for CAEV control are insufficient in CAEV eradication programs and that PCR may be a useful tool for decreasing the risk of breeding AGID false negative animals
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SSLA-83KNSV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLentivírus
dc.subjectCaprino Doenças
dc.subjectArtrite encefalite caprina
dc.subjectImunodifusão
dc.subject.otherlentivírus
dc.subject.otherCaprino
dc.subject.otherPCR
dc.subject.othersêmen
dc.subject.otherLVPR
dc.titleMonitoramento sorológico e da presença do DNA pró-viral do lentivirus caprino (CAEV) no sangue e semen de reprodutores infectados
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Aurora Maria Guimaraes Gouvea
local.contributor.advisor-co1Romulo Cerqueira Leite
local.contributor.advisor1Marcos Bryan Heinemann
local.contributor.referee1Claudio Jose Borela Espeschit
local.contributor.referee1Marcelo Fernandes Camargos
local.contributor.referee1Zelia Ines Portela Lobato
local.contributor.referee1Alice Andrioli Pinheiro
local.description.resumoA artrite encefalite caprina (CAE) é uma doença viral multisistêmica que ocorre em caprinos, causada pelo lentivírus de pequenos ruminantes (CAEV). As medidas preconizadas para o controle do CAEV estão baseadas na identificação dos animais infectados por meio de testes sorológicos. O objetivo deste estudo foi melhorar a eficiência das medidas de controle através da associação de testes indiretos (imunodifusão em gel de agar-IDGA) e diretos (nested-PCR) para o diagnóstico do CAEV. O IDGA foi realizado nos animais ao nascimento antes da colostragem, no dia da infecção experimental e durante 12 meses pós-infecção. Durante um período de 12 meses, o perfil de eliminação do DNA pró-viral do CAEV no sêmen e sua presença no sangue, foram monitorados em um grupo de nove animais experimentalmente infectados. Não foram observados sinais clínicos da CAE durante o período experimental (PE). Ao final do PE, um animal infectado (1/9) permaneceu soronegativo pelo IDGA. Quando submetido à prova de PCR de sêmen este mesmo animal apresentou resultados positivos. A soroconversão tardia parece ser uma característica da infecção pelo CAEV, a qual pode interferir diretamente nos programas de erradicação e estudos epidemiológicos baseados em métodos sorológicos para a identificação de caprinos infectados. Os resultados demonstram que os bodes eliminam o DNA pró-viral do CAEV de maneira intermitente no sêmen ejaculado. Não foi observada relação entre a presença do DNA pró-viral do CAEV no sangue e sua eliminação no sêmen. Os resultados sugerem que as práticas clássicas de manejo preconizadas para o controle, são insuficientes para a erradicação da CAE e que a PCR pode ser uma ferramenta eficiente para minimizar o risco da utilização de reprodutores falso negativos pelo IDGA na reprodução
local.publisher.initialsUFMG

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