Monitoração eletrônica e recidivismo criminal: uma análise da literatura
| dc.creator | Andréa Maria Silveira | |
| dc.date.accessioned | 2023-12-11T23:44:55Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:44:54Z | |
| dc.date.available | 2023-12-11T23:44:55Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | 10.1590/18070337-118301 | |
| dc.identifier.issn | 18070337 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/61912 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Sociologias | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Crime | |
| dc.subject | Reincidência | |
| dc.subject | Grupos Controle | |
| dc.subject.other | Monitoração eletrônica | |
| dc.subject.other | Reincidência | |
| dc.subject.other | Crime | |
| dc.subject.other | Grupos controle | |
| dc.title | Monitoração eletrônica e recidivismo criminal: uma análise da literatura | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 414 | |
| local.citation.issue | 60 | |
| local.citation.spage | 390 | |
| local.citation.volume | 24 | |
| local.description.resumo | O uso da monitoração eletrônica (ME) pelo sistema de justiça criminal brasileiro vem se expandindo desde o final da primeira década do novo milênio e a sua aplicação está hoje presente em todos os estados da federação. Muitas polêmicas cercam a utilização da ME no Brasil e no mundo, estando no centro dos debates o seu potencial desencarcerador, o estigma que vitima as pessoas monitoradas, o direito à privacidade, e o seu papel na redução da reincidência e na reabilitação de infratores. Este artigo trata da relação entre monitoração eletrônica e reincidência criminal, apresentando os fundamentos teóricos utilizados por aqueles que defendem o potencial da ME em reduzir a reincidência e os achados de principais investigações internacionais que avaliaram a reincidência de pessoas monitoradas por meio de estudos de caso-controle publicados no período de 2001 a 2021. Os achados apontam estudos pouco abrangentes, que monitoraram o recidivismo dos participantes por tempo limitado. Os resultados são divergentes e não sustentam a afirmação genérica de que a monitoração eletrônica reduz a recidiva criminal. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://doi.org/10.1590/18070337-118301 |