Haste intramedular bloqueada confeccionada com polímero biocompatível para imobilização de fraturas em fêmures de bovinos jovens: análise in vivo

dc.creatorOdael Spadeto Junior
dc.date.accessioned2019-08-12T04:47:22Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:32Z
dc.date.available2019-08-12T04:47:22Z
dc.date.issued2009-03-13
dc.description.abstractThis study is part of a proposal for development of a low-cost and easy-to-use polymeric interlocking nail, initially designed to use in newborns and young cattle. The objectives of the present study are to evaluate in vivo the polymeric interlocking nail system for fixation of femoral fractures in calves, and to compare these results with those obtained in a previous ex vivo mechanical testing and computational simulation using finite element method, in order to validate the computational simulation system for future projects. Five calves were used. Under general anesthesia, all animals had the left femur fractured and then fixed using the polymeric interlocking nail system. In the postoperative period, animals were clinically assessed using radiological and ultrasound techniques during 60 days. Of the five polyacetal rods (nails) used in the first surgeries, four broken at 3, 6 and 11 days after surgery. In two animals that had the same material reimplanted, new fractures occurred 3 and 9 days after the second surgery. Four animals were implanted with polyamide rod, two after the first broken polyacetal rod and the other two after the second broken polyacetal rod. From these, one calf showed fracture of the polyamide rod 14 days after the third surgery and the other animal showed fracture 12 days after the second surgery. Blood cytological and biochemical tests did not show evidence of lack of biocompatibility by the used materials. The in vivo results confirmed the findings of the computational simulation system, which predicted that polyacetal and polyamide would not have sufficient strength to sustain the fixation of the fracture until bone healing. The findings of this experiment validate the computational model developed by the Biomechanics Research Group of UFMG
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SSLA-7WSGQX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBezerro Cirurgia
dc.subjectFêmur Fraturas Tratamento
dc.subjectOssos Fraturas
dc.subjectFraturas Fixação interna
dc.subject.otherfratura de fêmur
dc.subject.otherhaste intramedular
dc.subject.otherBezerro
dc.titleHaste intramedular bloqueada confeccionada com polímero biocompatível para imobilização de fraturas em fêmures de bovinos jovens: análise in vivo
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Geraldo Eleno Silveira Alves
local.contributor.advisor1Rafael Resende Faleiros
local.contributor.referee1Geraldo Eleno Silveira Alves
local.contributor.referee1Estevam Barbosa de Las Casas
local.contributor.referee1Ricardo Junqueira Del Carlo
local.description.resumoO presente estudo é parte da proposta de desenvolvimento de um sistema de haste intramedular polimérica, de baixo custo e fácil aplicação, para uso inicialmente em bovinos jovens e neonatos. Os objetivos foram avalia,r in vivo, o sistema para redução de fraturas no fêmur de bezerros e comparar os resultados com os previamente obtidos por meio de análises mecânicas ex-vivo, e simulação computacional pelo método de elementos finitos, a fim de validar esse sistema de simulação computacional para novos projetos. Cinco bezerros machos foram submetidos a anestesia geral, e tiveram os fêmures esquerdos fraturados e em seguida fixados com o sistema de haste intramedular bloqueada. Os animais foram avaliados clinicamente e por exames radiográficos e ultra-sonográficos por períodos intervalados de 60 dias. Das cinco hastes de poliacetal implantadas pela primeira vez, quatro hastes fraturam aos 3, 6 e 11 dias após a cirurgia. Em dois animais que tiveram o mesmo material da primeira cirurgia reimplantado, novas fraturam ocorreram 3 e 9 dias após a segunda cirurgia. Quatro animais tiveram haste de poliamida implantada, dois após terem uma haste de poliacetal fraturada e os outros dois após a fratura da segunda haste de poliacetal. Desses, um bezerro apresentou fratura da haste de poliamida 14 dias após a terceira cirurgia e o outro animal apresentou fratura 12 dias após a segunda cirurgia. Os resultados in vivo confirmam os achados da simulação computacional, que previa que poliacetal e poliamida não teriam resistência suficiente para sustentar a fixação da fratura até que houvesse a consolidação óssea. Os achados desse experimento validam o modelo computacional desenvolvido pelo grupo de Pesquisa em Biomecânica da UFMG
local.publisher.initialsUFMG

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