A aplicação da termografia infravermelha, pós-jogo, para detecção de sinais cardinais inflamatórios primários, em isquiotibiais, de jogadores de futebol profissional

dc.creatorLenon Rodrigues Vittola
dc.date.accessioned2024-12-13T14:05:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:47Z
dc.date.available2024-12-13T14:05:38Z
dc.date.issued2023-09-29
dc.description.abstractSoccer is one of the most practiced sports worldwide, and admits intermittent physical characteristics. The major incidence of injuries occurs in the posteral muscle thigh, in hamstrings. This type of injury promotes a great time of non-activities, and it's more propensive to recidives. For these reasons, the most of teams were worried about it. This study mainly aimed to verify what part of the hamstring muscle (proximal or distal) showed great inflammatory signs throughout five consecutive games. Furthermore, determine which moment presents the highest peak about the first game. Ten professionais players were analyzed. The ages average was 27,5 years ± 4,2, height 180 ± 4,5 cm, body mass 80,5 ± 5,7 kg, fat mass 7,8 ± 1,1 and lean mass 51,6 ± 1,4. The protocol occurred in three different moments: the first day was used to characterize the sample. After this, the players participated in at least 75% of the full game. And the final moment was taking the infrared picture between 24-48 hours after the match. The pictures were taken by Flir T-420 camera and analyzed for a specific software (APOLLO®, version 1.0, BR). Data were calculated by the delta between the number of pixels/ºC of the proximal region and distal. The normality test was Shapiro-Wilk. ANOVA one way was used for analyses the data, and the effect size was used ETA², classified as small (0,01<ɳ2 ≤ 0,06), medium (0,06 < ɳ2 ≤ 0,14) e big (ɳ2 > 0,14). The results showed a great number of pixels/ºC at the proximal region, and the highest peak in the fifth match when compared with the first game (p=0,025). Conclusion: the findings agreed with other researchers, which proved that the major incidence of soccer player injuries is in the bíceps femoral muscles, at the proximal long head. Moreover, it could help to improve the prevention strategies of recovery.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78667
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectJogadores de futebol - Ferimentos e lesões
dc.subjectMúsculos
dc.subjectTermografia
dc.subject.otherisquiotibiais
dc.subject.otherlesões
dc.subject.otherTermografia infravermelha
dc.subject.otherfutebol
dc.titleA aplicação da termografia infravermelha, pós-jogo, para detecção de sinais cardinais inflamatórios primários, em isquiotibiais, de jogadores de futebol profissional
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Eduardo Mendonça Pimenta
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0014895914714050
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5631914570210273
local.description.resumoO futebol é um dos esportes mais praticados no mundo, admitindo características físicas intermitentes. Além disso, é um esporte com alto índice lesivo, na musculatura isquiotibial. Por ser um tipo de lesão que acarreta um maior tempo de afastamento das atividades, e ter uma alta propensão em recidivas, há uma grande preocupação pelos clubes em como preveni-las. O objetivo desse estudo foi avaliar qual porção da musculatura isquiotibial (proximal ou distal) apresenta maiores sinais inflamatórios ao longo de 5 jogos consecutivos. Além disso, verificar em qual momento seria possível observar um pico desse comportamento em relação ao primeiro jogo. A amostra foi composta por 10 atletas profissionais de futebol masculino. A média de idade era de 27,5 anos ± 4,2, estatura 180,8 ± 4,5 cm, massa corporal 80,5 ± 5,7 kg, % de gordura 7,8 ± 1,1 e % de massa muscular 51,6 ± 1,4. O protocolo do estudo ocorreu em 3 momentos, em variados dias. No primeiro dia foi realizada a coleta para caracterizar a amostra. Em seguida, os outros 2 momentos foram definidos: a participação na partida oficial, no mínimo 75% da minutagem total, além da captura da imagem termográfica em momentos entre 24-48 horas após a partida. Todas as partidas foram válidas pelo campeonato brasileiro da série B. As imagens termográficas foram capturadas através de uma câmera Flir T-420 e posteriormente analisadas em um software específico (APOLLO®). Para a análise dos dados foi utilizado o delta entre o número de pixels/ºC da região proximal em relação a distal. A normalidade dos dados foi verificada através do Shapiro-Wilk-test. Além disso, os dados foram tratados utilizando a análise de um fator (ANOVA one way) com medidas repetidas. Para o tamanho de efeito foi utilizado o eta², classificado como: pequeno (0,01<ɳ2 ≤ 0,06), médio (0,06 < ɳ2 ≤ 0,14) e grande (ɳ2 > 0,14). Os resultados apresentaram maior número de pixels/ºC na região proximal, e o pico de delta atingido na quinta partida em relação a primeira (p=0,025). Os achados deste estudo corroboram com outras pesquisas, que comprovaram a maior incidência de lesões musculares, de jogadores de futebol, na cabeça longa do bíceps femoral, na junção miotendínea proximal. Além do mais, os resultados obtidos possibilitam traçar estratégias preventivas mais assertivas quanto ao momento de aplicação de um recovery.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Esporte

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