Regional differences in early childhood dental caries in 5-year-old Brazilian children and associated factors

dc.creatorRosa Núbia Vieira de Moura
dc.creatorPatrícia Maria Pereira Zarzar
dc.creatorRaquel Conceição Ferreira
dc.creatorFlávio de Freitas Mattos
dc.creatorRafaela da Silveira Pinto
dc.creatorDenise Vieira Travassos
dc.creatorEfigênia Ferreira e Ferreira
dc.date.accessioned2023-10-05T22:48:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:09:59Z
dc.date.available2023-10-05T22:48:11Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractO objetivo foi identificar as variáveis associadas à cárie dentária da primeira infância (ECC) em crianças brasileiras de 5 anos de idade e realizar seu monitoramento regional e nacional. Trata-se de estudo transversal de base populacional com dados epidemiológicos e socioeconômicos de 7.217 crianças incluídas na Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SBBrasil 2010). A variável dependente foi cárie não tratada (componente c do cpo-d). As variáveis independentes foram agrupadas em individuais e contextuais, e modelos multiníveis de análise de regressão de Poisson foram aplicados. No país, 49,8% das crianças de 5 anos apresentavam cárie dentária não tratada. Entre as 5 regiões nacionais, a prevalência de cárie não tratada foi maior no Norte (64,9%) e menor no Sudeste (43,7%). O índice cpod nacional foi 2,45 (CI 95%: 2,20-2,71) e o componente c foi 2,05 (CI 95%: 1,81-2,29). Houve diferença significativa entre as regiões Norte (3,11; CI 95%: 2,69-3,53) e Sudeste (1,68; CI 95%: 1,40-1,95). A baixa renda familiar foi associada à maior prevalência de cárie dentária não tratada (CI 95%: 2,05-2,88), em nível individual. Em nível contextual, houve maior prevalência de cárie não tratada em áreas com menos acesso à água fluoretada (CI 95%: 1,04-2,25), menor acesso à atenção primária à saúde bucal (CI 95%: 0,93-0,98), maior proporção população/dentista (CI 95%: 1,04-1,33) e maior porcentagem de crianças vivendo em famílias de baixa renda (CI 95%: 1,18-1,78). Os resultados deste estudo apontam que indicadores socioeconômicos determinaram a prevalência de ECC, aumentando a necessidade de tratamento odontológico.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.33448/rsd-v10i1.11946
dc.identifier.issn2525-3409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59228
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, Society and Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCaries dentarias em crianças
dc.subject.otherChildren
dc.subject.otherDental caries
dc.subject.otherDental health surveys
dc.subject.otherHealth inequalities
dc.subject.otherSocioeconomic factors
dc.titleRegional differences in early childhood dental caries in 5-year-old Brazilian children and associated factors
dc.title.alternativeDiferenças regionais na cárie dentária na primeira infância em crianças brasileiras de 5 anos e fatores associados
dc.title.alternativeDiferencias regionales en la caries dental de la primera infancia en niños brasileños de 5 años y factores asociados
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage10
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.citation.volume10
local.description.resumoThe aim of this study was to identify variables associated with early childhood caries (ECC) in 5-year old Brazilian children to allow their monitoring at both regional and national levels. It is a population-based cross-sectional study with epidemiological and socioeconomic data of 7.217 children included in the National Oral Health Survey (SBBrasil 2010). The dependent variable was untreated caries (component c of cpod). Independent variables were grouped into individual and contextual ones, and multilevel models of Poisson regression analysis were applied. In the country, 49,8% of children aged 5 years presented untreated caries. Among the 5 national regions, prevalence of untreated caries was higher in the North (64,9%) and lower in the Southeast (43,7%). National cpod index was 2,45 (CI 95%: 2,20-2,71) and component c was 2,05 (CI 95%: 1,81-2,29). There was a significant difference between North (3,11; CI 95%: 2,69-3,53) and Southeast (1,68; CI 95%: 1.40-1,95) regions. At individual level, low family income was associated with higher prevalence of untreated dental caries (CI 95%: 2,05-2,88). At contextual level, there was higher prevalence of untreated caries in areas with less access to fluoridated water (CI 95%: 1,04-2,25), less access to primary oral health care (CI 95%: 0,93-0,98), higher population/dentist ratio (CI 95%: 1,04-1,33), and higher percentage of children living in low-income families (CI 95%: 1,18-1,78). Our results indicate that socioeconomic factors were determinant for ECC prevalence, increasing dental treatment needs.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8947-2797
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6952-5767
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8897-9345
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6052-2762
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6169-7708
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2084-9557
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0665-211X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOPEDIATRIA E ORTODONTIA
local.publisher.departmentFAO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/11946

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