Prevalência de disfunção temporomandibular em adolescentes da Regional Centro-Sul da cidade de Belo Horizonte: um estudo epidemiológico

dc.creatorRoberto Brigido de Nazareth Pedras
dc.date.accessioned2019-08-13T15:06:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:52:07Z
dc.date.available2019-08-13T15:06:23Z
dc.date.issued2010-03-31
dc.description.abstractThe main objective of this project is to determine the prevalence of the Diagnosis of Temporomandibular Disorders (TMD) and check the association with age, gender, type of school, and social vulnerability index in regional south-central subdivision in Belo Horizonte city. This cross-sectional study was conducted in a convenience sample consisted of 143 schoolchildren between the ages from 15 and 20 years old of public and private institutions of elementary and secondary education in regional center-south subdivision in Belo Horizonte. The Research Diagnostic Criteria for TMD (RDC / TMD) was used to evaluate the diagnosis of TMD by a trained examiner (Kappa Intra = 0.7683) and for the socioeconomic classification was used social vulnerability index (SVI) and type of school. Those data were analyzed SPSS for Windows, version 17. Descriptive and bivariate analyzes were performed using the Qui-Quadrado test (p <0,05). From the sample score it was realized that 82.5% (118) studies in public schools, and 71.3% (102) individuals were female. The diagnosis of TMD was present in 44.1% (63) of the sample. The most common diagnosis found on the group was on muscle disorders, corresponding to 28.7% (41) of the examined adolescents, followed by disc displacement , with 18.9% (27). Myofascial pain was diagnosed in 25.2% (16) of the individuals participating in the study. Those TMD are not statistically associated to gender (p = 0.44), age (p = 0.86), type of school (p = 0 , 37), or social vulnerability (p = .69). We conclude that the prevalence of TMD in this sample was high, and was not associated with gender, age or socioeconomic conditions.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9FEFP9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil
dc.subjectTranstornos da articulação temporomandibular/epidemiologia
dc.subjectVulnerabilidade social
dc.subjectOdontopediatria
dc.subjectEstudos transversais
dc.subjectDor facial
dc.subjectSíndrome da disfunção da articulação temporomandibular
dc.subjectAdolescente
dc.subject.otherSíndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular
dc.subject.otherSíndrome da ATM
dc.subject.otherPrevalência
dc.subject.otherDor orofacial
dc.titlePrevalência de disfunção temporomandibular em adolescentes da Regional Centro-Sul da cidade de Belo Horizonte: um estudo epidemiológico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Roberto Assis Ferreira
local.contributor.advisor1Patricia Maria Pereira de Araujo Zarzar
local.description.resumoO principal objetivo desse trabalho é determinar a prevalência do diagnóstico da disfunção temporomandibular (DTM) e verificar a associação com idade, gênero, rede de ensino, e o índice de vulnerabilidade social na regional centro-sul da cidade de Belo Horizonte. Este estudo transversal foi desenvolvido em amostra de conveniência, constituída de 143 escolares adolescentes com a idade entre 15 e 20 anos, de instituições públicas e privadas, de ensino fundamental e médio da regional centro-sul de Belo Horizonte. O ResearchDiagnosticCriteria for TMD (RDC / TMD) foi utilizado para a avaliação do diagnóstico de DTM por um examinador calibrado (KappaIntra = 0,7683) e para a classificação socioeconômica foi utilizado o índice de vulnerabilidade social (IVS) e a rede de ensino. Os dados foram analisados SPSS para Windows, versão 17. As análises descritivas e bivariadas foram realizadas usando o teste do qui-quadrado (p < 0,05). Do total da amostra verificou-se que 82,5% (118) estudam em escola pública; sendo 71,3% (102) do sexo feminino. O Diagnóstico de DTM está presente em 44,1% (63) da amostra. O grupo de diagnóstico mais encontrado é o de alterações musculares, correspondendo a 28,7% (41) dos adolescentes examinados, seguido pelo deslocamento de disco, com 18,9% (27). Diagnosticou-se dor miofascial em 25,2% (16) dos indivíduos participantes do estudo. As DTM não estão associadas estatisticamente ao gênero (p = 0,44), idade (p = 0,86), rede de ensino (p = 0,37), e vulnerabilidade social (p = 0,69). Conclui-se que a prevalência de DTM na amostra estudada é alta, e não está associada ao gênero, idade e condições socioeconômicas.
local.publisher.initialsUFMG

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