Fatores preditores de sucesso na ureterorrenoscopia flexível para tratamento de cálculo renal único

dc.creatorHilário Antônio de Castro Júnior
dc.date.accessioned2025-02-03T14:43:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:28Z
dc.date.available2025-02-03T14:43:29Z
dc.date.issued2024-10-07
dc.description.abstractIntroduction: Flexible renal ureteroscopy (FRU) is a highly effective therapeutic approach in the treatment of kidney stones. Different parameters may be associated with the post-FRU stone-free state. Objective: to evaluate predictive factors in stone-free rates. Method: Prospective study of patients diagnosed with kidney stones and undergoing FRU. Logistic regression was employed for multivariate analysis in predicting residual stones (RS). Results: RS were diagnosed in 23 patients (19.5%) post-FRU. Regarding the location of the stone, 7(5.98%) were in the upper calyx, 5(4.27%) in the middle calyx, 54 (46.15%) in the lower calyx and 51 (43.60%) in the renal pelvis. Preoperative Double J was used in 51(43.60%) patients and in 117 patients (100%) postoperatively. Analysis using the ROC curve showed that stones with volumes above 413.5 mm³ had a higher probability of RS (sensitivity of 91% and specificity of 68.4%, AUC of 0.84). Independent predictive factors for RS were volume above 413.5 mm³ [Oddis ratio (OR)=7.40, 95% CI 1.01-17.23; p=0.00], pelvic location (OR=2.55, 95% CI 1.87-28.49; p=0.00) and inferior calyceal location (OR:1.61; 95% CI 1.22 -8.10; p= 0.05); use of double J preoperatively was protective (OR= 0.08, 95% CI 1.01-0.49; p=0.01). Conclusion: Kidney stone volume and location in the renal pelvis were significant factors in the persistence of RS, while the use of preoperative double J was protective. These results may help identify patients at increased risk of RS, allowing for personalized decisions regarding treatment.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79604
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectCálculos Renais
dc.subjectProcedimentos Cirúrgicos Minimamente Invasivos
dc.subjectCálculos Biliares
dc.subjectCirurgia Geral
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.othercálculos renais
dc.subject.otherureterorrenoscopia flexível
dc.subject.othercálculos residuais
dc.subject.otherfatores preditores
dc.subject.othervolume do cálculo
dc.titleFatores preditores de sucesso na ureterorrenoscopia flexível para tratamento de cálculo renal único
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Andy Petroianu
local.contributor.advisor1Vivian Resende
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1290681403759825
local.contributor.referee1Augusto Barbosa Reis
local.contributor.referee1Renato Beluco Corradi Fonseca
local.contributor.referee1Clécio Piçarro
local.contributor.referee1Alexandre Iscaife
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7246634596702919
local.description.resumoIntrodução: A ureterorrenoscopia flexível (URF) é uma abordagem terapêutica altamente eficaz no tratamento de cálculos renais. Vários fatores podem estar associados ao estado livre de cálculos (ELC) após a URF. Objetivo: Definir fatores preditores de sucesso nas taxas livres de cálculos, em pacientes submetidos a URF para tratamento de cálculo renal único. Método: Estudo prospectivo de pacientes sintomáticos com diagnóstico de cálculo renal único e submetidos a URF. Avaliação por tomografia computadorizada (TC) foi realizada antes da cirurgia buscando a identificação de fatores preditores de sucesso. Tamanho do cálculo, volume, localização, presença de hidronefrose e uso de duplo J antes da cirurgia foram fatores avaliados, dentro outros. A regressão logística foi empregada para análise multivariada na previsão de cálculos residuais (CR). Resultados: Dos 117 pacientes operados, 23(19,6%) pacientes foram diagnosticados com cálculos residuais. Quanto à localização dos cálculos, 7 (5,98%) estavam no cálice superior, 5 (4,27%) no cálice médio, 54 (46,15%) no cálice inferior e 51 (43,60%) na pelve renal. Cinquenta e um (43,59%) pacientes estavam em uso de duplo J antes do procedimento e todos usaram duplo no pós-operatório. Análise pela curva ROC mostrou que cálculos com volumes acima de 413,5 mm³ apresentaram maior probabilidade de CR (sensibilidade de 91% e especificidade de 68,4%, AUC de 0,84). Fatores preditores independentes para CR foram o volume do acima de 413,5 mm³ [Oddis ratio (OR)=7,40, 95% IC 1,01-17,23; p=0,00], localização piélica (OR=2,55, 95% IC 1,87-28,49; p=0,00) e localização calicial inferior (OR:1,61;95% IC 1,22-8,10; p= 0,05); uso de duplo J no pré-operatório foi protetor (OR= 0,08, 95% IC 1,01-0,49; p=0,01). Conclusão: O volume do cálculo renal, localização na pelve renal e cálice inferior foram fatores significativos na permanência de CR, enquanto o uso de duplo J pré-operatório foi protetor. Esses resultados podem auxiliar na identificação de pacientes com risco aumentado de CR, permitindo decisões personalizadas em relação ao tratamento.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2317-6757
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia

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