Endossimbiontes de Ctenocephalides felis felis (Siphonaptera: Pulicidae) de cães vadios de Belo Horizonte, MG - Brasil

dc.creatorDaniel Moreira de Avelar
dc.date.accessioned2019-08-09T23:53:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:05Z
dc.date.available2019-08-09T23:53:37Z
dc.date.issued2006-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SAGF-6YELR2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPulga do gato
dc.subjectParasitologia
dc.subjectCão Parasito
dc.subject.otherEndossimbiontes
dc.subject.otherCtenocephalides felis (Siphonaptera: Pulicidae)
dc.titleEndossimbiontes de Ctenocephalides felis felis (Siphonaptera: Pulicidae) de cães vadios de Belo Horizonte, MG - Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Maria Norma Melo
local.contributor.advisor1Pedro Marcos Linardi
local.contributor.referee1Alan Lane de Melo
local.contributor.referee1Walter dos Santos Lima
local.description.resumoCom a finalidade de se estudar as interações entre C. felis felis e seus endossimbiontes (protozoários e helmintos), 1500 pulgas (1052 fêmeas e 448 machos), provenientes de 150 cães capturados pelo Centro de Controle de Zoonoses de Belo Horizonte MG foram dissecadas entre dezembro de 2004 e novembro de 2005. Três espécies de protozoários, pertencentes à diferentes famílias, Nolleria pulicis (Chitridiopsidae), gregarinas (Actinocephalidae) e Leptomonas sp. (Trypanosomatidae) e uma de cestódeo, Dipylidium caninum (Dilepididae) foram encontradas como endossimbiontes destas pulgas. Cerca de 18% das pulgas apresentaram, pelo menos, uma espécie de simbionte, com as gregarinas evidenciando-se como as mais prevalentes. Foram verificadas infecções simples, duplas e triplas. Os tripanosomatídeos isolados de C. felis felis são polimórficos no meio de cultivo e com relação ao padrão de seu desenvolvimento apresentaram dois picos e ausência de fase estacionária. Entre os endossimbiontes, em relação ao sexo, as infecções por gregarinas ocorreram preferencialmente em pulgas fêmeas. Foi verificada uma tendência sazonal de infecção para N. pulicis e Leptomonas sp., sendo que as infecções por estes endossimbiontes ocorreram preferencialmente durante a estação chuvosa-quente. A abundância e a intensidade média de infecção por gregarinas são, pela primeira vez, noticiadas para pulgas. Os achados de N. pulicis, gregarinas actinocefalídeas e Leptomonas sp. em C. felis felis, bem como as suas respectivas prevalências e distribuição por sexo das pulgas e sazonalidade são, pela primeira vez, noticiadas para o Brasil, a América do Sul, a região Neotropical.
local.publisher.initialsUFMG

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