A psicanálise de crianças e suas fronteiras: o lugar dos pais

dc.creatorMarcelo Sant'anna Pereira
dc.date.accessioned2019-08-11T22:53:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:43:25Z
dc.date.available2019-08-11T22:53:26Z
dc.date.issued2005-02-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9BLG5S
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicanálise infantil
dc.subject.otherTeoria Psicanalítica
dc.titleA psicanálise de crianças e suas fronteiras: o lugar dos pais
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria Teresa de Melo Carvalho
local.contributor.referee1Paulo Cesar de Carvalho Ribeiro
local.contributor.referee1Fabio Roberto Rodrigues Belo
local.description.resumoO papel dos pais no tratamento psicanalítico de crianças ganhou um forte fundamento, a partir das contribuições de Lacan acerca da constituição subjetiva. A participação de um outro adulto na constituição psíquica da criança demonstra que o psiquismo desta não se cria por si só. Nesse sentido, podemos pensar que a constituição do psiquismo e a criação da história da neurose da criança ocorrem simultaneamente. Esta idéia, que podemos chamar de uma especificidade da psicanálise da criança, sem querer que isto seja entendido na direção que a torna uma especialidade da psicanálise, abre a possibilidade de se pensar, clinicamente, a presença dos pais no tratamento da criança. Neste trabalho, propomos uma reflexão sobre o papel dos pais, situando-o desde os primeiros trabalhos relacionados com a psicanálise da criança, abordando alguns autores importantes como: Freud, Anna Freud, Melanie Klein e Maud Mannoni. Esta última é uma das pioneiras a defender a idéia de incluir os pais no tratamento de seus filhos. Acreditamos, porém, que ela perde de vista o caráter intrapsíquico da doença da criança. Assim, utilizaremos as contribuições de Silvia Bleichmar e Ana Maria Sigal, para pensar que lugar os pais podem ocupar no tratamento da criança, como poderíamos escutar e entender o discurso destes inseridos no tratamento, deixando claro que nosso paciente é a criança.
local.publisher.initialsUFMG

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