Adenoma folicular associado ao hipotireoidismo congênito por defeito no gene da tireoperoxidase: relato de caso e revisão bibliográfica

dc.creatorAnaysa Lamara Silveira
dc.date.accessioned2019-08-09T14:12:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:39Z
dc.date.available2019-08-09T14:12:59Z
dc.date.issued2013-12-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9MRJ6G
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSistema endócrino
dc.subject.otherNódulo
dc.subject.otherTireoidiano
dc.subject.otherBócio
dc.subject.otherAdenoma
dc.subject.otherHipotireoidismo congênito
dc.titleAdenoma folicular associado ao hipotireoidismo congênito por defeito no gene da tireoperoxidase: relato de caso e revisão bibliográfica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Vera Maria Alves Dias
local.contributor.referee1Antonio Jose das Chagas
local.contributor.referee1Sarah Baccarini Cunha
local.description.resumoHipotireodismo congênito (HC) é a endocrinopatia mais comum na infância, com prevalência de 3000-4000 nascidos-vivos. Em 75-80% é devido à disgenesia tireoidiana e em 15-20% às dishormonogêneses, decorrentes principalmente de mutações nos genes da tireoperoxidase ou tireoglobulina. Existe risco aumentado de nódulos tireoidianos em crianças com HC, devido à dishormonogênese. O trabalho é um relato de caso com revisão bibliográfica, do desenvolvimento de bócio nodular tireoidiano associado ao hipotireoidismo congênito, por dishormonogênese, uma complicação rara do HC. A maioria é do tipo folicular. Qualquer nódulo descoberto na infância ou adolescência deve ter uma abordagem agressiva, pelo risco potencial de malignidade em 25% dos casos.
local.publisher.initialsUFMG

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