A corrupção e a perfectibilidade: a questão em Jean-Jacques Rousseau
| dc.creator | Adriano Euripedes Medeiros Martins | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T04:20:31Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:44:16Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T04:20:31Z | |
| dc.date.issued | 2011-10-07 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9AZJW7 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Rousseau, Jean Jacques, 1712-1778 | |
| dc.subject | Filosofia | |
| dc.subject | Corrupção | |
| dc.subject.other | Filosofia | |
| dc.title | A corrupção e a perfectibilidade: a questão em Jean-Jacques Rousseau | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Newton Bignotto de Souza | |
| local.contributor.referee1 | Ester Vaisman | |
| local.contributor.referee1 | Luiz Felipe Netto de Andrade Silva Sahd | |
| local.contributor.referee1 | Nádia Souki | |
| local.contributor.referee1 | Carlo Gabriel Kszan Pancera | |
| local.description.resumo | O homem está corrompido! De acordo com o cidadão de Genebra, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), seja em termos individuais ou sociais, este é um fato que se tornou inegável. Estritamente no caso dos homens, estes não mais teriam aquelas características naturais, primitivas e originais, quando de uma existência pré-social, isto é, do hipotético estado de natureza. A corrupção humana é um fato. Ou melhor, uma possibilidade que se efetivou. Para o Genebrino, a corrupção é uma distorção dos valores naturais do gênero humano. Outras distorções são potencialmente possíveis. Mas, permanecemos aqui com um problema fundamental: como explicar o fato de a natureza humana ter se desenvolvido por uma determinada via e que resultou numa sociedade civil marcada pela corrupção e desigualdade? A resposta a esta pergunta perpassará, obrigatoriamente, pela análise de uma capacidade estritamente humana, a saber, a perfectibilidade. Teremos aí, portanto, uma indissociabilidade entre a perfectibilidade e a corrupção, a qual será capaz de explicar, também, a transição do gênero humano do estado de natureza para o civil. Assim, nosso trabalho terá por referência esses dois marcos. Se no caminho entre o estado de natureza e as sociedades civis os homens percorrem várias vias, e disso Rousseau retira vários temas de sua obra, vamos balizar nossos estudos pela relação necessária e constante na história humana entre os dois conceitos mencionados. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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