Prevalence of recognition and reporting of child physical abuse by dental surgeons and associated factors
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Prevalência de identificação e notificação de abuso físico infantil por dentistas e fatores associados
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Resumo
Studies evaluating the factors associated with under reporting and with the recognition
and reporting of child physical abuse are scarce
and highly necessary. This study aimed to assess
the prevalence of recognition and reporting of
child physical abuse (CPA) by Brazilian dentistsin
primary care and associated factors. A cross-sectional study was carried out with a representative
sample of dentistsfrom the Family Health Strategy
in Belo Horizonte. A self-administered questionnaire validated to Brazilian Portuguesewas used
for data collection. Statistical analysis included
univariate and multiple analyses through Poisson regression. A total of 181dentists participated in the study. Among them, 73 (40.3%) had
already recognized some cases of CPA, but only
11 (6.1%) ended up reporting. Dentists with six
to 19 years of experience as a municipal worker
presented 2.38 times [PR = 2.38 (95%CI: 1.29-
4.41)] more probability to recognize cases of CPA
than the ones with less than six years. Having a
graduate degree with a major in childcare [PR =
4.50 (95%CI: 1.08-18.68)] was associated with a
larger number of reports. The employment duration as municipal worker was positively associated
with the recognition of CPA cases and the prevalence of reporting was low.
Abstract
Estudos que avaliem os fatores associados à subnotificação e às dificuldades dos dentistas
para identificar e notificar abuso físico infantil são
escassos e necessários. Este estudo teve como objetivo investigar a prevalência de identificação e de
notificação de abuso físico infantil (AFI) e fatores associados por dentistas da atenção primária.
Trata-se de um estudo transversal com amostra
representativa dos dentistas da Estratégia Saúde
da Família de Belo Horizonte. Para a coleta de
dados foi utilizado um questionário autoaplicável,
validado para uso no Brasil. A análise estatística
incluiu análise univariada e múltipla pela regressão de Poisson. Um total de 181 profissionais participaram do estudo. Destes, 73 (40,3%) já identificaram algum caso de AFI, mas apenas 11 (6,1%)
realizaram a notificação. Dentistas com seis a 19
anos de trabalho no município apresentaram probabilidade 2,38 vezes [RP = 2,38 (CI 95%: 1,29-
4,41)] maior de identificar casos de AFI do que
aqueles com menos de seis anos de atuação. Possuir pós-graduação com foco em crianças [PR =
4,50(CI 95%: 1,08-18,68)] esteve positivamente
associado a um maior número de notificações. O
tempo de trabalho no município esteve associado
à identificação de casos de AFI. A prevalência de
notificação encontrada foi baixa.
Assunto
Maus-Tratos Infantis, Notificação de Abuso, Saúde da Família, Dentistas
Palavras-chave
Child Abuse, Mandatory Reporting, Family Health, Dentists
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Curso
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https://scielo.br/j/csc/a/ZcKyVD766LBNrQYbj5x8RRf/?lang=en