Efeito in vitro da Triiodotironina (T3) na diferenciação osteogênica e condrogênica das células tronco do tecido adiposo de equinos

dc.creatorDébora de Oliveira Spila
dc.date.accessioned2019-10-21T13:04:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:52:15Z
dc.date.available2019-10-21T13:04:28Z
dc.date.issued2019-02-28
dc.description.abstractThe addition of hormones, growth factors, vitamins, among others additives to cultures of mesenchymal stem cells (MSC) aims to increase proliferation, induce differentiation and decrease the time of culture. In addition, MSC with greater osteogenic or chondrogenic potential are cells with greater ability to synthesize, in vitro, mineralized and cartilaginous matrix, respectively. The effect of triiodothyronine (T3) addition to MSC cultures under osteogenic and chondrogenic differentiation has already been tested with good results in rat and human cells. Thus, one hypothesis is that the use of stem cells with greater potential for osteogenic or chondrogenic differentiation could increase the chances of recovery or accelerate the treatment of diseases or alterations affecting bone and cartilage tissues, respectively. The objective of this study was to evaluate the effect of T3 in two concentrations (0,01nM and 1000nM) compared to the control group in the osteogenic and chondrogenic differentiation of the adipose tissue MSC-AT in horses. In the first experiment, the effect of T3 on the osteogenic differentiation of the MSC-AT, based on the results of the alkaline phosphatase (ALP); mitochondrial metabolism, cell density and matrix produced by the MSC-AT was measured by the amount of mineralized nodules at seven, 14 and 21 days. In the second experiment, the effect of T3 on the chondrogenic differentiation of the MSC-AT was evaluated, based on the results of the alkaline phosphatase activity; of mitochondrial metabolism; of the cell density and the percentage of chondrogenic matrix were performed at 7 and 14 days in culture. In both experiments, ANOVA was performed with comparison of the means by the SNK test. Differences between groups were considered significant if p<0.05. In the first experiment, at seven days, there were no differences between groups with respect to any of the variables studied. At 14 days, the lower concentration of T3 (0,01nM) reduced cell density and number of mineralization nodules, although increased ALP activity and mitochondrial metabolism. The higher concentration of T3 (1000nM) increased ALP activity without altering the number of mineralized nodules compared to the control. At 21 days, the lower concentration of T3 increased ALP activity without altering the other parameters in comparison to the control. The higher concentration of T3 (1000nM) reduced the conversion of MTT to formazan and cell density without altering the number of mineralization nodules in comparison to the control. In the second experiment, at seven days, the two concentrations of T3 significantly increased the cell density in comparison to the control without altering the other parameters studied. At 14 days, the higher concentration of T3 (1000nM) reduced the mitochondrial metabolism, ALP activity, cell density and percentage of chondrogenic PAS +13 matrix compared to control. It is concluded that the addition of T3 to equine MSC-AT cultures does not increase osteogenic or chondrogenic differentiation and may even cause negative effect under cell density and matrix synthesis, depending on the concentration of the hormone and the time of culture.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/30571
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherCélulas tronco mesenquimais
dc.subject.otherCavalos
dc.subject.otherHormônio da tireoide
dc.subject.otherTecido adiposo
dc.subject.otherCultivo celular
dc.titleEfeito in vitro da Triiodotironina (T3) na diferenciação osteogênica e condrogênica das células tronco do tecido adiposo de equinos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Renata Maranhão
local.contributor.advisor-co1Natália de Melo Ocarino
local.contributor.advisor1Rogéria Serakides
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0950302436871091
local.contributor.referee1Amanda Maria Sena Reis
local.contributor.referee1Raffaella Bertoni Cavalcanti Teixeira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4068498189247897
local.description.resumoA adição de hormônios, fatores de crescimento, vitaminas, dentre outros em culturas de células tronco mesenquimais (CTM) tem o objetivo de aumentar a proliferação, induzir a diferenciação e diminuir o tempo de cultivo. Além disso, células tronco (CT) com maior potencial osteogênico ou condrogênico são células com maior capacidade de sintetizar, in vitro, matriz mineralizada e cartilaginosa, respectivamente. O efeito da adição da triiodotironina (T3) em culturas de CTM sob diferenciação osteogênica e condrogênica já foi testado com bons resultados em células de ratos e humanos. Assim, uma hipótese é que o uso de CT, com maior potencial de diferenciação osteogênico ou condrogênico, poderia aumentar as chances de recuperação ou acelerar o tratamento de doenças ou alterações que afetam os tecidos ósseo e cartilaginoso, respectivamente. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da T3 em duas concentrações (0,01nM e 1000nM) comparadas ao grupo controle sobre a diferenciação osteogênica e condrogênica das CTM do tecido adiposo (CTM-TA) de equinos. No primeiro experimento, avaliou-se o efeito da T3 sobre a diferenciação osteogênica das CTM-TA, por meio dos ensaios de avaliação da atividade da fosfatase alcalina (ALP); da viabilidade celular e da densidade celular, bem como a formação de nódulos mineralizados aos sete, 14 e 21 dias de cultivo. No segundo experimento, avaliou-se o efeito da T3 sobre a diferenciação condrogênica das CTM-TA, através da avaliação da atividade da fosfatase alcalina; do metabolismo mitocondrial; da densidade celular e da porcentagem de matriz condrogênica aos sete e 14 dias. Em ambos os experimentos, foi realizada ANOVA com comparação das médias pelo teste SNK. Diferenças entre grupos foram consideradas significativas se p<0,05. No primeiro experimento, aos sete dias, não houve diferenças entre grupos com relação a nenhuma das variáveis estudadas. Aos 14 dias, a menor concentração de T3 (0,01nM) reduziu a densidade celular e o número de nódulos de mineralização, apesar de aumentar a atividade da ALP e o metabolismo mitocondrial. A maior concentração de T3 (1000nM) aumentou a atividade da ALP, sem alterar o número de nódulos mineralizados, em comparação ao controle. Aos 21 dias, a menor concentração de T3 aumentou a atividade da ALP, sem alterar os demais parâmetros, em comparação ao controle. A maior concentração de T3 (1000nM) reduziu o metabolismo mitocondrial e a densidade celular, sem alterar o número de nódulos de mineralização em comparação ao controle. No segundo experimento, aos sete dias, as duas concentrações de T3 aumentaram a densidade celular em comparação ao controle, sem alterar os demais parâmetros estudados. Aos 14 dias, a maior concentração de T3 (1000nM) reduziu o metabolismo mitocondrial, a atividade da ALP, a densidade celular e 11 a porcentagem de matriz condrogênica PAS+, em comparação ao controle. Conclui-se que a adição de T3 nas culturas de CTM-TA de equinos não aumenta a diferenciação osteogênica ou condrogênica, podendo causar inclusive efeito negativo sob a densidade celular e a síntese de matriz, dependendo da concentração do hormônio e do tempo de cultivo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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