Identidade racial a partir do censo escolar

dc.creatorIlza Marina Rehfeld Santos
dc.date.accessioned2019-08-09T15:56:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:25Z
dc.date.available2019-08-09T15:56:59Z
dc.date.issued2012-07-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VRNS-9PFRVR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectNegros  Identidade racial
dc.subjectRelações etnicas
dc.subject.otherIdentidade Racial
dc.subject.otherAções Afirmativas
dc.subject.otherEnsino Fundamental
dc.subject.otherCenso Escolar
dc.titleIdentidade racial a partir do censo escolar
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Jose Eustaquio de Brito
local.contributor.referee1Ana Amelia de Paula Laborne
local.description.resumoNa classificação racial brasileira, o quesito cor/raça é tema de investigação que tem ganhado maior visibilidade pública nos últimos anos graças à mobilização dos movimentos sociais por ações afirmativas para a população negra, nos mais diversos segmentos sociais, especialmente na educação. Ações afirmativas são adotadas para minimizar as disparidades e desigualdades sociais entre os diferentes grupos étnico-raciais brasileiros. No censo escolar, quem declara a variável raça/cor do aluno/a é seu responsável legal. Partindo então, do pressuposto que a maioria dos pais e mães não compreende o real sentido da classificação racial, além de possuir uma grande dificuldade em aceitar as categorias censitárias, realizei consulta a um grupo de adolescentes da Rede Municipal de Belo Horizonte / MG, objetivando conhecer a variável raça/cor na auto declaração dos alunos (as) do 3º ciclo do ensino fundamental, considerados sujeitos sociais do direito a expressar sua opinião e identidade. Ao apresentar a conceituação de cor e raça como construção político-social, o trabalho intitulado Identidade Racial a partir do Censo Escolar problematiza e discuti sobre a classificação racial com vasto referencial teórico e apresenta os resultados da consulta aplicada ao público-alvo. Na análise dos resultados obtidos, observa-se que mesmo na falta de informações oriundas do censo, do próprio saber, da própria família e do silenciamento da Lei 10639/03 no espaço escolar, adolescentes de 12 a 15 anos compreendem a classificação racial e estão melhor preparados que seus responsáveis para responderem o censo escolar. Contudo aluno/as consultados demonstram carência de formação na construção da identidade racial.
local.publisher.initialsUFMG

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