Efeitos da elevação da temperatura interna sobre o tempo total de exercício, a percepção subjetiva do esforço e as respostas termorregulatorias durante exercício submaximo realizado em ambiente termoneutro

dc.creatorDanusa Dias Soares
dc.date.accessioned2019-08-11T16:30:55Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:09:41Z
dc.date.available2019-08-11T16:30:55Z
dc.date.issued1993-11-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-986LN3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTemperatura do corpo
dc.subjectExercícios físicos Aspectos fisiológicos
dc.subjectEducação física
dc.subject.otherCiências do Esporte
dc.titleEfeitos da elevação da temperatura interna sobre o tempo total de exercício, a percepção subjetiva do esforço e as respostas termorregulatorias durante exercício submaximo realizado em ambiente termoneutro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Emerson Silami Garcia
local.contributor.referee1Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues
local.contributor.referee1Carlos Eduardo Negrão
local.description.resumoPrincipal objetivo deste trabalho foi estudar os efeitos da elevação previa úa temperatura interna de seres humanos, sobre o tempo total de exercicio, a percepção subjetiva do esforço, e as respostas termorregulatòrias durante a realização de um exercício submâximo (70V. da potência máxima) realizado em ambiente termoneutro.Participaram do estudo 8 individuos do sexo masculino, com idade variando entre 23 e 26 anos e com um consumo máximo de oxigênio estimado, em média, de 56,3G ml 02/ Kg. min. Cada um dos voluntários participou de duas condiçbes experimentais, realizadas sempre na parte da manhã, e separadas entre si pelo prazo de uma semana. As condiçbes experimentais constituíam da realização de um exercício no cicloergômetro a 70*/. da potência máxima, medida previamente, e cuja duração se estendia até o momento da exaustão. Em uma das duas condicãies ( AQUECIDO ) experimentais, os indivíduos eram submetidos, previamente ã realização do exercido, à imersão do corpo em um tanque com água a 40 ^C, atè que a temperatura interna ( retal ) atingisse 3S,5 °C. Na outra situação experimental ( EUTERMICO ), os indivíduos realizavam o exercício em condiçbes basais de temperatura interna. Em ambas as situaçbes, a temperatura da sala onde foram realizados os experimentos foi em média de 20,87 ®C, e ã umidade relativa do ar em média de 73,25 A ordem dos experimentos foisorteada e balanceada, para evitar o efeito de treinamento. As respostas termorregulatârias analisadas foram a temperatura retal (Tre), temperatura média da pele (TMP), temperatura média do corpo (TMC) e freqüência cardiaca (FC). A Tre foi medida utilizando-se uma sonda introduzida 10 cm além do esfincter anal. A temperatura da pele foi medida no braço, peito, perna e coxa, utilizando-se termistores desuperfície. A FC foi medida através de um cardiofrequenclmetro por telemetria. A percepçSto subjetiva do esforço (P5E), foi analizada através da escala de BORG (1973). Todas as variáveis foram registradas no 1 minuto de exercício, e depois a cada 3 minutos, até a exaustão. O tempototal de exercício (TTE) foi medido em minutos. O TTE foi em média 27,9% menor na situação AQUECIDO. A partir do terceiro minuto de exercido, a PSE foi significativamente maior (p<=0,05) na situaçào AOUECIDQ. As respostas termorregulatôrias estudadas, isto é a Tre, a TriP, a TMC e a FC, foram significativamente mais elevadas (p<= 0,05) ao longo do exercício na situação AQUECIDO.
local.publisher.initialsUFMG

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