Diferenças cognitivas entre grupos de crianças de zonas rurais e urbanas distintas

dc.creatorWalkiria Ramos Peliky Fontes
dc.date.accessioned2019-08-14T01:01:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:46Z
dc.date.available2019-08-14T01:01:23Z
dc.date.issued2013-09-20
dc.description.abstractThere is little doubt that intelligence is associated with different levels of social and educational achievements, professional success, income, health of individuals. A causal relationship between these variables has generally been interpreted as oneway, ie, the intelligence would be the biggest promoter of social change. Little has explored the effect of environmental differences in cognitive differences of people. Therefore, this study compared the cognitive status of 499 school children from six to nine years of urban and rural areas of three cities in different levels of social development. City of lower socioeconomic development (Americaninha MG) 91 children attended rural (year 2004). City of greater socioeconomic development (Belo Horizonte MG) participated 66 rural children (year 2011) and 342 urban children (year 2004 and 2006). As cognitive measures were used Raven's Progressive Matrices and Arithmetic subtests and Digit Test of Intelligence Scales for Children Wechsler III. The results showed that urban children in Belo Horizonte had the best cognitive performance in three cognitive measures. Soon to follow was the better cognitive performance of children of rural Belo Horizonte and then the children of rural Americaninha. The largest mean difference was found in the Raven test, a measure of fluid intelligence, equivalent to 12.5 points (or 33 points of IQ) in favor of urban children in Belo Horizonte compared to the children of ruralAmericaninha. These results may be an evidence of the impact of differences in socioeconomic development of geographic context on individual differences in cognition citizens. .
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A4LEJK
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenvolvimento social Tese
dc.subjectInteligência
dc.subjectCrianças
dc.subjectPsicologia
dc.subject.otherInteligência crianças da zona rural
dc.subject.otherDesenvolvimento social
dc.subject.otherDiferenças ambientais
dc.titleDiferenças cognitivas entre grupos de crianças de zonas rurais e urbanas distintas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carmen Elvira Flores-mendoza
local.contributor.referee1Jose Aparecido da Silva
local.contributor.referee1Maria de Fatima Cardoso Gomes
local.description.resumoHá pouca dúvida de que a inteligência associase a diversos níveis de conquistas sociais como escolaridade, sucesso profissional, renda e saúde dos indivíduos. A relação causal entre essas variáveis, geralmente, tem sido interpretada como de via única, isto é, a inteligência seria a maior promotora das mudanças sociais. Pouco se tem explorado o efeito das diferenças socioambientais nas diferenças cognitivas das pessoas. Para tanto, o presente estudo comparou a situação cognitiva de 499 crianças escolares de seis a nove anos de idade, de áreas rurais e urbanas de três cidades de níveis de desenvolvimento social diferentes. Da cidade de menor desenvolvimento socioeconômico (Americaninha MG) participaram 91 crianças rurais (ano de 2004). Da cidade de médio desenvolvimento socioeconômico (Belo Horizonte MG área rural) participaram 66 crianças rurais (ano de 2011) e 342 crianças urbanas (Belo Horizonte MG) (anos de 2004 e 2006). Como medidas cognitivas foram utilizadas as Matrizes Progressivas de Raven e os subtestes Aritmética e Dígitos do teste das Escalas de Inteligência para crianças Wechsler III. Os resultados mostraram que as crianças urbanas de Belo Horizonte obtiveram o melhor desempenho cognitivo nas três medidas cognitivas. Logo a seguir, o melhor desempenho cognitivo foi o das crianças rurais de Belo Horizonte e depois as crianças rurais de Americaninha. A maior diferença média encontrada foi no teste Raven, uma medida de inteligência fluida, equivalente a 12,5 pontos (ou 33 pontos de QI) a favor das crianças urbanas de Belo Horizonte, se comparada ao de crianças rurais de Americaninha. Tais resultados podem ser uma evidência do impacto das diferenças de desenvolvimento socioeconômico do contexto geográfico nas diferenças individuais da cognição dos cidadãos.
local.publisher.initialsUFMG

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