Arte e vida no movimento manguebeat : práticas estéticas e identitárias presentes no disco “Afrociberdelia” de Chico Science e Nação Zumbi
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
O propósito deste artigo é evidenciar uma possibilidade de analise da arte como construtora e questionadora da realidade na qual ela está inserida, por meio de uma vivência ou experiência da vida como arte. Através dos conceitos de estética e pragmática desenvolvidos por Richard Shusterman e da crise de identidade contemporânea defendido por Stuart Hall, pude construir uma abordagem do Manguebeat como experiência artística que transforma, reflexivamente, modos de agir, ser e pensar. Como objeto de estudo escolhi o disco Afrociberdelia, de Chico Science e Nação Zumbi, que pode ser considerado como uma representação chave do
Manguebeat. Este movimento, originado em Recife nos anos 90 e caracterizado pela riqueza de ritmos regionais, como o maracatu, entrecruza-se com culturas musicais globais como o rock, o hip hop, o funk, o Rap e Black Music e com as novas
tecnologias.
Abstract
Assunto
Comunicação, Arte, Música
Palavras-chave
Estética, Pragmática, Identidade contemporânea, Manguebeat, Hibridismo, Local e global