O problema da interpretação dos elementos anafóricos
| dc.creator | Lúcia Monteiro de Barros Fulgêncio | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T23:04:56Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:08:33Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T23:04:56Z | |
| dc.date.issued | 1983-06-30 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-9D7FYR | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Lingüística | |
| dc.subject | Gramatica comparada e geral Sintaxe | |
| dc.subject | Anáfora (Lingüística) | |
| dc.subject.other | Estudos Linguísticos | |
| dc.title | O problema da interpretação dos elementos anafóricos | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Mario Alberto Perini | |
| local.contributor.referee1 | Yara Goulart Liberato | |
| local.description.resumo | Neste trabalho é examinada a definição de anáfora com base na característica de "presença do antecedente na 'consciousness'"; são observados exemplos onde não é possível explicar a interpretação da anáfora com base neste princípio, uma vez que nem sempre os elementos anafóricos possuem o status 'dado' (de acordo com a definição deste ter mo apresentada em Liberate, 1980). É observado também, em alguns casos, o relacionamento das anáforas com conceitos que fazem parte de um esquema evocado, e que são trazidos a um nível mais superficial da memória juntamente com o referente do item léxico explícito no texto. São examinados os tipos de relação anafórico-antecedente, estabelecendo-se três bases para a interpretação do significado da anáfora: recuperação literal, reestruturação e inferência pragmática. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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