A universidade e as políticas de educação permanente para a estratégia saúde da família: um estudo de caso

dc.creatorRaphael Augusto Teixeira de Aguiar
dc.date.accessioned2019-08-13T19:59:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:02:10Z
dc.date.available2019-08-13T19:59:50Z
dc.date.issued2010-06-25
dc.description.abstractThis paper presents an exploratory, descriptive case study about seven initiatives of Continuing Education for Family Health professionals, which have been offered by the Federal University of Minas Gerais between 1999 and 2010 as postgraduate courses in response to national policies for massive specialization of Brazilian Primary Health Care workforce. It aimed to describe their general characteristics as well as their background in terms of design, development and implementation. We observed the existence of seven initiatives within four different university units during those years. The Brazilian Ministry of Health is the major inducer of PHC postgraduate courses at the university: it funded, both directly or indirectly, 97.77% of the vacancies during that period. Several mechanisms for transferring resources have been used, despite some issues and transfer delays which have been observed on a recurring basis. The processing of the initiatives' projects in the competent bodies of the university shows issues between the university and health management institutions, such as the Ministry of Health and municipal health departments, since they usually need the courses to be launched in a timely manner, despite the time required to develop them within the university. Integration with services occurs sometimes, especially through service professionals hired as teachers, mentors or tutors. There is no permanent integration among undergraduate courses and the analyzed initiatives. Interaction among PHC postgraduate courses is low, occurring mainly through the coexistence of teachers in two or more initiatives. There are no university policies to stimulate knowledge exchange or experience sharing among the courses. All the studied initiatives stated that problematization is their method of structuring activities, although none of them mentioned a theoretical framework to support it. Evaluative actions have been also observed in all the initiatives, usually aiming to support specific changes or accountability actions, in a non-systematic way and without a specific theoretical framework. None of them performed outcome evaluations. There are no studies within the university about the very policy for massive specialization in family health.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8D4KUK
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectFamília Saúde e higiene
dc.subjectEducação permanente
dc.subjectUniversidades e faculdades  Pós-graduação
dc.subject.otherEspecialização
dc.subject.otherAtenção básica
dc.subject.otherAtenção primária à saúde
dc.subject.otherSaúde da família
dc.subject.otherUniversidade
dc.subject.otherEducação permanente
dc.titleA universidade e as políticas de educação permanente para a estratégia saúde da família: um estudo de caso
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria do Carmo de Lacerda Peixoto
local.contributor.referee1Celia Regina Rodrigues Gil
local.contributor.referee1Carlos Aurelio Pimenta de Faria
local.contributor.referee1Francisco Eduardo de Campos
local.contributor.referee1Angela Imaculada L de F Dalben
local.description.resumoEste trabalho consiste em um estudo de caso descritivo, de caráter exploratório, sobre as sete iniciativas de Educação Permanente em Saúde da Família, na modalidade de pós-graduação lato sensu, ofertadas pela Universidade Federal de Minas Gerais entre os anos de 1999 e 2010 em resposta a políticas nacionais de qualificação da força de trabalho em Saúde da Família. Procurou-se descrever o seu histórico e características gerais de concepção, desenvolvimento e execução. Observa-se a existência de sete iniciativas ao longo do período descrito, havendo quatro diferentes instâncias universitárias responsáveis por elas. O Ministério da Saúde é o principal indutor direto e indireto das iniciativas estudadas, havendo financiado 97,77% das vagas ofertadas no período analisado. Vários mecanismos de repasse foram utilizados, e problemas ou atrasos no repasse foram observados de forma recorrente. A tramitação dos projetos nas instâncias competentes da universidade é palco de tensões entre instituições demandantes, como o Ministério da Saúde e secretarias municipais de saúde, coordenação dos cursos e a universidade, uma vez que os primeiros costumam solicitar ofertas em prazo menor do que os necessários à tramitação institucional. A integração com os serviços ocorre de forma pontual, notadamente através da contratação de profissionais do serviço como docentes, preceptores ou tutores. Não há integração sustentada entre os cursos de graduação e as iniciativas estudadas. A interação entre as iniciativas é baixo, ocorrendo sobretudo através da concomitância de docentes em duas ou mais delas. Não há uma política universitária que favoreça o intercâmbio e o compartilhamento de experiências operacionais ou conhecimentos técnicos. Todas as iniciativas estudadas declaram utilizar a problematização como metodologia estruturante das atividades, embora nenhuma tenha mencionado um referencial teórico específico sobre ela. Ações avaliativas foram também observadas em todas as iniciativas, visando a mudanças pontuais ou prestação de contas, ocorrendo de forma não sistematizada, sem um referencial teórico. Não houve avaliações de resultado, ou relativas à própria política de especialização maciça em Saúde da Família.
local.publisher.initialsUFMG

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