Dogma95: tudo é angústia

dc.creatorSavio Leite e Silva
dc.date.accessioned2019-08-12T19:16:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:13Z
dc.date.available2019-08-12T19:16:47Z
dc.date.issued2006-12-11
dc.description.abstractHaving as a parameter some concepts related to cinematography narratives and the inclusion of digital technology in film production, the text analizes four Denmark movies made under the rules of the Movement Dogma95: The Celebration, by Thomas Vinterberg (1998); The Idiots, by Lars Von Trier (1998); Mifune, by Soren Kragh-Jacobsen (1999); The King is Alive, by Kristian Levring (2000). We try to situate this movement as being a representation of the comtemporary cinema in relation to its singularity. Its difference is for being considered the last vanguard in the cinematography at the end of the twentieth century with a narrative built under rebelious tendencies called Classic Cinema, Hollywood Cinema, and Entertaining Cinema like Vertovs Kinos Filmes, The Italian Neo-Realism and The French Nouvelle Vague. These tendencies have strong influences over the movement. Another fact analized here are the themes chosen for each film, which raise questions related to a comtermporary subjectivity.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VPQZ-76DKYM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNarrativa no cinema
dc.subjectCinematografia digital
dc.subjectCinema dinamarquês
dc.subject.otherCinema digital
dc.subject.otherDogma95
dc.subject.otherLars von Trier
dc.titleDogma95: tudo é angústia
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Jose Tavares de Barros
local.contributor.advisor1Evandro Jose Lemos da Cunha
local.contributor.referee1Aida Maria Bastos Nepomuceno Marques
local.description.resumoTendo como parâmetro alguns conceitos relativos à narrativa cinematográfica e à inserção da tecnologia digital na produção de filmes, o texto analisa os quatro primeiros filmes dinamarqueses realizados sobre os preceitos do movimento Dogma95: Festa de Família, de Thomas Vinterberg (1998); Os idiotas, de Lars von Trier (1998); Mifune, de Soren Kragh-Jacobsen (1999); e O Rei está vivo, de Kristian Levring (2000). Procura-se enquadrar esse movimento como representante do cinema contemporâneo diante de suas singularidades. O diferencial desse movimento foi o de ser considerado a última vanguarda a aparecer na área cinematográfica no final do século XX, com a construção narrativa pautada em tendências rebeldes ao chamado cinema clássico, cinema hollywoodiano e cinema de entretenimento, como os Kinos filmes de Vertov, o Neo-realismo italiano e a Nouvelle Vague francesa -tendências que exercem forte influência no movimento. Outro fator analisado são as temáticas escolhidas para cada filme, que manifestam questões relativas à subjetividade contemporânea.
local.publisher.initialsUFMG

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