Linfoma cutâneo canino: aspectos citológicos, de clonalidade e sobrevida

dc.creatorMarcella Procópio Valle Couto
dc.date.accessioned2025-03-06T16:12:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:27Z
dc.date.available2025-03-06T16:12:23Z
dc.date.issued2025-02-14
dc.description.abstractLymphoma is a lymphocyte neoplasm that accounts for nearly 90% of all hematopoietic neoplasms. When it affects the dermis, it is classified as cutaneous lymphoma, representing 13% of all cases. No studies were found regarding the use of cytology in diagnosing cutaneous lymphoma. This study evaluates clinical and cytological characteristics of cutaneous lymphoma and lymphocytic inflammation in dogs. A total of 40 cytological samples were reevaluated: 28 with a prior cytological result or findings suggestive/compatible with cutaneous lymphoma, three suggestive/compatible with lymphocytic inflammation, and nine inconclusive for both conditions. PARR analysis of all samples revealed monoclonal proliferation in 73% and polyclonal proliferation in 28% of samples. Clinically, cutaneous lymphoma was significantly associated with older age (median: 106 months vs. 29 months in inflammation; p = 0.0034) and larger nodule size (5.0 cm vs. 1.5 cm; p = 0.0013). Cytological features most associated with cutaneous lymphoma included prominent nucleoli (p = 0.0195), intense cytoplasmic basophilia (p = 0.0080), increased mitotic figures (p = 0.0372), basophilic background (p = 0.0289), and higher fat vacuole concentration (p = 0.0197). Among lymphoma cases, 52% underwent chemotherapy, with a median survival of 60 days. Untreated dogs had a median survival of 28 days, while those undergoing surgery survived a median of 148 days. Overall, the median survival was 52 days. In conclusion, cutaneous lymphoma in dogs has a shorter survival time than previously reported. Cytology, when combined with clinical data, is a valuable diagnostic tool. Further studies are needed to assess cellular characteristics and their impact on disease behavior.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80532
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherCães
dc.subject.otherDoenças
dc.titleLinfoma cutâneo canino: aspectos citológicos, de clonalidade e sobrevida
dc.title.alternativeCanine cutaneous lymphoma: cytological, clonality, and survival aspects
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Mariana de Pádua Costa
local.contributor.advisor-co1Rodrigo dos Santos Horta
local.contributor.advisor1Paulo Ricardo de Oliveira Paes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3051398214147174
local.contributor.referee1Fabiola de Oliveira Paes Leme
local.contributor.referee1Flávio Herberg de Alonso
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1079035638677437
local.description.resumoO linfoma é uma neoplasia de linfócitos que representa cerca de 90% das neoplasias hematopoiéticas caninas. Quando se manifesta na derme, é denominado linfoma cutâneo, e corresponde a 13% dos casos de linfoma canino. Não foram encontrados estudos sobre a utilização da citologia no diagnóstico do linfoma cutâneo. O presente estudo avaliou as características clínicas e citológicas do linfoma e inflamações linfocíticas cutâneas em cães. Para tal, foram reavaliadas 40 amostras citológicas, sendo 28 com resultado citológico prévio de amostras sugestivas/compatíveis com linfoma cutâneo, três de amostras sugestivas/compatíveis com inflamação linfocítica e nove de amostras não conclusivas para inflamação linfocítica ou linfoma cutâneo. No exame de PARR, considerando todas as amostras, 73% resultaram em proliferação monoclonal e 28% em proliferação policlonal. Após comparação estatística entre o linfoma e a inflamação, as características clínicas mais associadas ao linfoma foram idade dos animais (mediana de 106 meses no linfoma x 29 meses nos casos de inflamação; p = 0,0034) e tamanho dos nódulos (5,0 x 1,5 cm; p = 0,0013). As características citológicas mais associadas ao linfoma foram nucléolos visíveis únicos/múltiplos (p = 0,0195), basofilia citoplasmática intensa (p = 0,0080) e maior concentração de figuras de mitose (p = 0,0372), além de fundo de lâmina basofílico (p = 0,0289) com maior concentração de vacúolos de gordura (p = 0,0197). Dos animais com linfoma, 52% foram submetidos à tratamento quimioterápico. A mediana de sobrevida desses animais foi de 60 dias. Nos animais sem tratamento quimioterápico a mediana de sobrevida foi de 28 dias. Nos animais submetidos à cirurgia a mediana de sobrevida foi de 148 dias. No total, a mediana de sobrevida foi de 52 dias. Conclui-se que o linfoma cutâneo canino apresenta menor sobrevida que o descrito na literatura e que a citologia, aliada às informações clínicas, é um método eficiente para diagnóstico, sendo necessário aprofundar o estudo das características celulares e seu impacto no comportamento biológico da doença.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0002-5036-1595
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA E CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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