Estudo prospectivo do Metabolismo Glicêmico e Lipídico em pacientes submetidos a Abdominoplastia no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais

dc.creatorLeandro Ricardo de Aquino Santos
dc.date.accessioned2022-11-23T15:40:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:36:54Z
dc.date.available2022-11-23T15:40:33Z
dc.date.issued2021-02-19
dc.description.abstractBackground: Obesity poses a major risk for cardiovascular diseases, while it is almost a consensus that intra-abdominal adiposity has a more deleterious effect for metabolic syndrome. In this sense, it is speculated that lipectomy or liposuction would be metabolically harmful, as it changes the abdominal-superficial adipose tissue ratio. However, the literature has shown conflicting evidence. Methods: In order to evaluate the possibility of metabolism alteration resulting from body coutouring surgery, a prospective cohort was implemented with 35 patients who underwent abdominoplasty, including some with a history of massive weight loss. Fasting blood glucose, fasting plasma insulin, triglycerides, total cholesterol and fractions were requested preoperatively and in the the third postoperative month. The groups were also compared with each other. Results: No statistically significant variation between the exams collected in the preoperative period and those collected after abdominoplasty was found. There was a statistically significant difference in low-density lipoprotein (LDL) (p = 0.033) and non-high-density lipoprotein (non- HDL) (p = 0.020) between the two control tests of the groups surveyed. There were also differences in comorbidities (p = 0.006) and complications (p <0.001) between the groups. Conclusions: Abdominoplasty was not able of changing tests that assess glycemic and lipid metabolism three months after the operation. Attention was drawn to the fact that patients who had massive weight loss had better control of LDL cholesterol (p = 0.033) and non-HDL cholesterol (p = 0.020), despite having higher weight and body mass index (p <0.001).
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47405
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectMetabolismo
dc.subjectMetabolismo dos Carboidratos
dc.subjectMetabolismo dos Lipídeos
dc.subjectAbdominoplastia
dc.subjectContorno Corporal
dc.subject.otherMetabolismo
dc.subject.otherMetabolismo dos carboidratos
dc.subject.otherMetabolismo dos lipídeos
dc.subject.otherAbdominoplastia
dc.subject.otherContorno corporal
dc.subject.otherDissertação acadêmica
dc.titleEstudo prospectivo do Metabolismo Glicêmico e Lipídico em pacientes submetidos a Abdominoplastia no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Paulo Roberto da Costa
local.contributor.advisor1Vivian Resende
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1290681403759825
local.contributor.referee1Diva Novy Barbosa Chaves Nagem
local.contributor.referee1Armando Chiari Junior
local.contributor.referee1Leonardo de Souza Vasconcellos
local.contributor.referee1Paulo Roberto da Costa
local.contributor.referee1Vivian Resende
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8472084939308535
local.description.embargo2023-02-19
local.description.resumoContexto: A obesidade representa um grande risco para doenças cardiovasculares, enquanto é quase um consenso que a adiposidade intra-abdominal tem um efeito mais deletério para a síndrome metabólica. Nesse sentido, especula-se que a lipectomia ou a lipoaspiração seriam metabolicamente prejudiciais, pois alterariam a relação do tecido adiposo abdominal-superficial. No entanto, a literatura tem mostrado evidências conflitantes. Métodos: Para avaliar a possibilidade de alteração do metabolismo decorrente da cirurgia de contorno corporal, foi realizada uma coorte prospectiva com 35 pacientes submetidos à abdominoplastia, incluindo alguns com histórico de perda de peso maciça. Glicemia de jejum, insulina plasmática de jejum, triglicerídeos, colesterol total e frações foram solicitados no pré-operatório e no terceiro mês de pós-operatório. Os grupos também foram comparados entre si. Resultados: Não foi encontrada variação estatisticamente significativa entre os exames coletados no pré-operatório e aqueles coletados após a abdominoplastia. Houve diferença estatisticamente significativa na lipoproteína de baixa densidade (LDL) (p = 0,033) e na lipoproteína não de alta densidade (não-HDL) (p = 0,020) entre os dois testes de controle dos grupos pesquisados. Também houve diferenças nas comorbidades (p = 0,006) e complicações (p < 0,001) entre os grupos. Conclusões: A abdominoplastia não foi capaz de alterar os exames que avaliam o metabolismo glicêmico e lipídico três meses após a operação. Chamou a atenção o fato de que pacientes que tiveram perda ponderal maciça apresentaram melhor controle do colesterol LDL (p = 0,033) e colesterol não-HDL (p = 0,020), apesar de apresentarem maior peso e índice de massa corporal (p < 0,001).
local.identifier.orcid0000-0003-1591-1125
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia

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