Posição canguru em recém-nascidos prematuros: associação com sintomas maternos de ansiedade, depressão e violência por parceiro íntimo aos 7 e 30 dias após o parto e aos 6 meses de idade gestacional corrigida

dc.creatorGislene Cristina Valadares
dc.date.accessioned2024-07-26T11:40:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:36:31Z
dc.date.available2024-07-26T11:40:29Z
dc.date.issued2021-11-26
dc.description.abstractThe Kangaroo Method (KM), combined with skilled essential care in appropriate settings, can prevent up to 60% of the 2.5 million deaths per year that occur among preterm newborns (PTNB) before reaching one year of age. Skin-to-skin contact stimulates neurological and psycho-affective development in PTNB and seems to protect maternal mental health. In contrast, maternal symptoms of anxiety and depression (MSAD) and intimate partner violence (IPV) during perinatal phases are strongly associated with prematurity, low birth weight, altered infant behavior, substance abuse, postpartum depression, and maternal death. The objectives of this study were to investigate the association between MSAD and IPV with onset day (KPOD) and frequency of KP (KPf) at seven days postpartum. And, at 30 days of life and six months of corrected gestational age (CoGA) of PTNB, to investigate the effects of KPOD and KPf on MSAD and VPI. The validated instruments that were used were State Trait Anxiety Inventory (STAI), Edinburg Postnatal Depression Scale (EPDS) and the Intimate Partner Violence Scale (IPVS). A total of 140 mothers of PTNB ≤ 32 weeks of gestation, from two public maternity hospitals in Belo Horizonte, Brazil, were included and followed up from the neonatal period until six months of CoGA. There was daily recording of the onset and duration of each KP. In the population studied, 54.3% had anxiety symptoms, 33.3% depression symptoms, and 58.4% suffered some type of IPV. There was no statistically significant association between MSAD and IPV with KPOD and KPf at seven days postpartum. At 30 days postpartum and at six months CoGA, the outcomes maternal symptoms of anxiety, depression, and IPV were not associated with KPOD or KPf. The history of alcohol use by the mother, the partner's psychiatric history, intrauterine restriction growth (IURG) and daily maternal visit were associated with KPOD with p<0.05. The use of alcohol by the partner, twin birth and days of maternal stay in the Intensive Care Unit (ICU) were associated with KPf with p<0.05. At 30 days postpartum, maternal psychiatric history and partner alcohol use also had p<0.05. At the same period, other maternal socioeconomic variables, paternal income, IURG and days of stay in the Neonate Intensive Care Unit (NICU) were associated with MSAD and KPf, with p<0.05. At six months, father’s use of alcohol and education, as well as the mother’s history of alcohol and drug use, psychiatric history, marital and socioeconomic status were associated with MSAD and IPV, with p<0, 05. Days of PTNB hospitalization and days of mother's stay in the Kangaroo Intermediate Care Unit were associated with IPV with p<0.05. Although no association was found between anxiety, depression and IPV symptoms with KPOD and KPf, socioeconomic factors, parental mental health, length of hospitalization of PTNB and the mother's stay in the Kangaroo Unit emerged as strong indicators that require attention and intervention by the care teams during hospital stay and post-discharge
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/71672
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRecém-Nascido Prematuro
dc.subjectMétodo Canguru
dc.subjectAnsiedade
dc.subjectDepressão Pós-Parto
dc.subjectViolência por Parceiro Íntimo
dc.subject.otherRecém-nascido Pré-termo
dc.subject.otherPosição Canguru
dc.subject.otherSintomas Maternos de Ansiedade e Depressão
dc.subject.otherViolência por Parceiro Íntimo.
dc.titlePosição canguru em recém-nascidos prematuros: associação com sintomas maternos de ansiedade, depressão e violência por parceiro íntimo aos 7 e 30 dias após o parto e aos 6 meses de idade gestacional corrigida
dc.title.alternativeKangaroo position in preterm newborns: association with maternal symptoms of anxiety, depression and intimate partner violence at 7 and 30 days after delivery and at 6 months of corrected gestational age
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria Cândida Ferrarez Bouzada Viana
local.contributor.advisor1Lattes0000-0002-6747-2331
local.contributor.referee1Carla Fonseca Zambaldi
local.contributor.referee1Arnaldo Costa Bueno
local.contributor.referee1Helian Nunes de Oliveira
local.contributor.referee1Janaina Matos Moreira
local.contributor.referee1Marcia Leonardi Baldisserotto
local.contributor.referee1Paulo Marcos Brasil Rocha
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3997504998849194
local.description.embargo2023-11-26
local.description.resumoO Método Canguru (MC) aliado a cuidados essenciais qualificados em locais adequados pode evitar 60% das 2,5 milhões de mortes anuais que ocorrem em recém-nascidos pré-termos (RNPT) antes de completarem um ano de vida. O contato pele a pele beneficia o neurodesenvolvimento e psicoafetivo dos RNPT e parece proteger a saúde mental materna. Em contraposição, sintomas maternos de ansiedade e depressão (SMAD) e a violência por parceiro íntimo (VPI) perinatais são fortemente associados à prematuridade, baixo peso ao nascer, alteração do comportamento infantil, abuso de substâncias, depressão pós-parto e morte materna. Os objetivos deste estudo foram investigar a associação entre SMAD e VPI com o dia de início (DIPC) e frequência da PC (fPC) aos sete dias pós-parto. E aos 30 dias de vida e seis meses de idade gestacional corrigida (IGCo) do RNPT investigar a associação do DIPC e fPC sobre SMAD e VPI. Os instrumentos validados utilizados foram Inventário de Ansiedade Traço Estado (IDATE), Escala de Depressão Pós-Natal (EPDS) e a Escala de Violência entre Parceiros Íntimos (EVIPI). Um total de 140 mães de RNPT ≤ 32 semanas de gestação de duas maternidades públicas de Belo Horizonte, Brasil, foram incluídas e acompanhadas desde o eríodo neonatal até os seis meses de IGCo. Houve registro diário do início e duração da PC. Na população estudada,54,3% apresentaram sintomas ansiosos, 33,3% sintomas depressivos e 58,4% sofreram algum tipo de VPI. Não houve associação estatisticamente significativa entre SMAD e VPI com DIPC e fPC aos sete dias pós-parto. Aos 30 dias pós-parto e aos seis meses de IGCo, os desfechos sintomas maternos de ansiedade, depressão e VPI não foram associados ao DIPC nem à fPC. O uso de álcool pela mãe, história psiquiátrica do parceiro, crescimento intrauterino restrito (CIUR) e visita materna diária foram associadas ao DIPC com p<0,05. O uso de álcool pelo parceiro, parto gemelar e dias de permanência materna na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foram associados a fPC, com p<0,05. Aos 30 dias pós-parto a história psiquiátrica materna e uso de álcool pelo parceiro tiveram p<0,05. No mesmo período, outras variáveis socioeconômicas maternas, renda paterna, CIUR e dias de permanência na UTIN foram associadas com SMAD e VPI, com p<0,05. Aos seis meses, uso de álcool e escolaridade paternos, uso de álcool e drogas, história psiquiátrica, estado civil e classe socioeconômica maternos foram associados à ansiedade, depressão e VPI, com p<0, 05. Dias de hospitalização do RNPT e dias de permanência de mãe na Unidade de Cuidados Intermediários Canguru foram associadas a VPI com p<0,05. Apesar de não ter sido encontrada associação entre sintomas de ansiedade, depressão e VPI com DIPC e fPC, fatores socioeconômicos, saúde mental parental, tempo de hospitalização do RNPT e permanência da mãe na Unidade Canguru emergiram como fortes indicadores que necessitam de atenção e intervenção por parte das equipes assistenciais durante a permanência hospitalar e no pós-alta.
local.identifier.orcid0000-0002-6747-2331
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Saúde da Criança e do Adolescente

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