A agência dos jogos: dissenso e emancipação na produção política do espaço

dc.creatorAna Paula Silva de Assis
dc.date.accessioned2019-08-14T21:45:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:17Z
dc.date.available2019-08-14T21:45:31Z
dc.date.issued2017-12-12
dc.description.abstractThis work proposes a critical reflection on the production and use of games as tools for the 'political' production of space. Politics, in the context of this research, is understood while opposing the heteronomous dimension of spatial practice, present both in the normative regulation of space and in the configuration of economic and social forces that condition its production. The research turns its interest to an understanding of games in the field of experience, in contrast to a conventional approach that defines games as an 'activity'. The dimension of the experience, while broadening the durability of the field of action, inscribes the games in a system of dispositions for past and future actions. In this field, games can broaden the spatial imaginary of players acting both in the constituent process of political subjectivities and transforming the relation between players and their spatial practice. The research defines its object in the 'agency' of games, based on the concept of agency formulated in the Actor-network Theory (ANT), to qualify the games as a means for the emancipation of those who act in the everyday production of space. Emancipation is taken as a horizon for the practice of games in two instances: One that looks at the constituent process enabled by the experience involved in the act of playing, and another that places the production of games as a critical alternative to the conventional practice of architects and urban planners, regarding the prescriptive dimension of architectural design and the reduction of planning to its normative aspects. The different forms of agency identified in the games, both in the theoretical field and in the empirical research, were assembled in a Gaming Agency Manifesto. The manifesto can be understood as an invitation and a provocation for those wishing delve deeper into the subject of games as a tool for political production of space.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MMMD-AY7NWJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectJogos
dc.subjectArquitetura e sociedade
dc.subjectConflito social
dc.subjectPlanejamento urbano
dc.subject.otherJogos
dc.subject.otherPolitica
dc.subject.otherDissenso
dc.subject.otherAgência espacial
dc.subject.otherEmancipação
dc.titleA agência dos jogos: dissenso e emancipação na produção política do espaço
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Ana Paula Baltazar dos Santos
local.contributor.referee1Rita de Cassia Lucena Velloso
local.contributor.referee1Angela Cristina Salgueiro Marques
local.contributor.referee1Bernardo Jefferson de Oliveira
local.contributor.referee1Viviane Zerlotini da Silva
local.contributor.referee1Pedro Fiori Arantes
local.description.resumoEste trabalho propõe uma reflexão crítica em torno da produção e uso de jogos como ferramentas para a produção política do espaço. A política, no contexto da pesquisa é entendida enquanto oposição à dimensão heterônoma da prática espacial, presente tanto na regulação normativa do espaço quanto na configuração de forças econômicas e sociais que condicionam a sua produção. A pesquisa se volta para uma leitura dos jogos no campo da experiência, em contraste com uma abordagem convencional que define os jogos como uma atividade. A dimensão da experiência, enquanto ampliação do campo de durabilidade da ação, inscreve os jogos em um sistema de disposições para ações passadas e futuras. Neste campo, os jogos ampliam o imaginário dos jogadores, podendo atuar tanto no processo de constituição de subjetividades políticas, quanto na transformação da relação dos jogadores com a sua prática espacial. A pesquisa define o seu objeto na agência dos jogos, com base no conceito de agência formulado na Teoria do Ator-rede (ANT), para qualificar os jogos como um meio para a emancipação dos que atuam na produção cotidiana do espaço. A emancipação é tomada como um horizonte para a prática dos jogos em duas instâncias: Uma que olha para o processo constituinte possibilitado pela experiência envolvida no ato de jogar, e outra que coloca a produção dos jogos como uma alternativa crítica à prática convencional de arquitetos e planejadores urbanos, no que se refere à dimensão prescritiva do projeto arquitetônico e na redução do planejamento aos seus aspectos normativos. As diferentes formas de agenciamentos identificados nos jogos, tanto no campo teórico quanto na experimentação empírica, resultaram na elaboração do Manifesto da Agência dos Jogos. O manifesto pode ser entendido como um convite e uma provocação para aqueles que pretendem aprofundar-se no tema dos jogos como uma ferramenta para a produção política do espaço.
local.publisher.initialsUFMG

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