Avaliação dos níveis de galectina-3 em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica

dc.creatorIsabella Dâmaris Passos de Souza
dc.creatorKathryna Fontana Rodrigues
dc.creatorNathália Teixeira Pietrani
dc.creatorAdriana Aparecida Bosco
dc.creatorKarina Braga Gomes Borges
dc.creatorMichelle Teodoro Alves Vieira
dc.date.accessioned2023-07-17T20:33:21Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:49Z
dc.date.available2023-07-17T20:33:21Z
dc.date.issued2021-01-04
dc.description.abstractIntroduction: Type 2 diabetes mellitus (T2DM) is the most common manifestation of diabetes, accounting for about 90% of diagnosed cases. The causes of T2DM are not fully understood, but its pathogenesis is possibly associated with increased adiposity and a chronic low-grade inflammatory response. The glycoprotein galectin-3 (Gal-3) is known to play an important role in the modulation of blood glucose, adiposity, and inflammation. Objectives: The aim of this study was to evaluate Gal-3 levels in patients with T2DM and chronic kidney disease (CKD), in addition to relating them with complications and comorbidities present in these patients, comparing them to a control group. Materials and methods: Gal-3 was evaluated in 84 selected individuals, of which 42 had clinical and laboratory diagnosis of T2DM and CKD (treated at Santa Casa Hospital in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil), and 42 individuals from the local community, with no history of diabetes (control group). Results and discussion: Gal-3 levels were significantly higher (p = 0.012) in the T2DM group (15.17 ± 5.54 ng/ml) when compared to the control group (12.62 ± 3.2 ng/ml). There was a tendency for higher levels of Gal-3 in diabetic patients with hypertension (15.74 ± 5.61 ng/ml) when compared to patients without this complication (10.96 ± 2.49 ng/ml) (p = 0.069). Conclusion: The results suggest that Gal-3 may be involved in the pathophysiology of T2DM and still be a promising biomarker associated with hypertension in this group.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn1678-4774
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56509
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGalectina 3
dc.subjectDiabetes mellitus tipo 2
dc.subjectInflamação
dc.subjectHipertensão
dc.subject.otherGalectina-3
dc.subject.otherDiabetes mellitus tipo 2
dc.subject.otherInflamação
dc.subject.otherHipertensão
dc.titleAvaliação dos níveis de galectina-3 em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica
dc.title.alternativeEvaluation of galectin-3 levels in patients with type 2 diabetes mellitus and chronic kidney disease
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume57
local.description.resumoIntrodução: O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é a manifestação mais comum do diabetes; representa cerca de 90% dos casos diagnosticados. As causas do DM2 ainda não foram completamente estabelecidas, mas sua patogênese está, possivelmente, relacionada com o aumento da adiposidade e uma resposta inflamatória crônica de baixo grau. Sabe-se que a glicoproteína galectina-3 (Gal-3) possui papel importante na modulação de glicemia, adiposidade e inflamação. Objetivos: Avaliar os níveis de Gal-3 em pacientes com DM2 e doença renal crônica, além de relacioná-los com as demais complicações e comorbidades presentes nesses indivíduos, comparando-os com um grupo-controle. Materiais e métodos: A Gal-3 foi avaliada em 84 pacientes selecionados; destes, 42 possuíam o diagnóstico clínico e laboratorial de DM2 e doença renal crônica (atendidos no Hospital Santa Casa de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil), e 42 eram da comunidade local, sem histórico de diabetes (grupo-controle). Resultados e discussão: Os níveis de Gal-3 foram significativamente mais elevados (p = 0,012) no grupo com DM2 (15,17 ± 5,54 ng/ml) quando comparados com os níveis do grupo-controle (12,62 ± 3,2 ng/ml). Houve tendência em maiores níveis de Gal-3 nos pacientes diabéticos com hipertensão (15,74 ± 5,61 ng/ml) em comparação com os pacientes sem essa complicação (10,96 ± 2,49 ng/ml) (p = 0,069). Conclusão: Os resultados obtidos sugerem que a Gal-3 pode estar envolvida na fisiopatologia do DM2 e ainda ser um promissor biomarcador associado à hipertensão nesse grupo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9605-107X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0827-3014
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6870-2063
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0604-9430
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/jbpml/a/BDXFgzLK8C3jhCVYshQds4b/abstract/?lang=pt#

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