Avaliação da taxa de infecção de teleóginas de Boophilus microplus (Canestrini,1887) por Babesia bovis e Babesia bigemina em área endêmica de Minas Gerais, Brasil

dc.creatorMaria da Gloria Quintao e Silva
dc.date.accessioned2019-08-10T18:30:22Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:51:49Z
dc.date.available2019-08-10T18:30:22Z
dc.date.issued2003-05-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8S8J8L
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEsporocinetos
dc.subjectInfecção
dc.subjectParasitologia veterinaria
dc.subjectCarrapato
dc.subjectBoophilus microplus Minas Gerais
dc.subjectProtozoologia veterinaria
dc.subjectBabesia
dc.subject.otherParasitologia
dc.titleAvaliação da taxa de infecção de teleóginas de Boophilus microplus (Canestrini,1887) por Babesia bovis e Babesia bigemina em área endêmica de Minas Gerais, Brasil
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Maria Norma Melo
local.contributor.advisor1Mucio Flavio Barbosa Ribeiro
local.contributor.referee1Antonio Marcos Guimaraes
local.contributor.referee1Joaquim Hernan Patarroyo Salcedo
local.contributor.referee1Lygia Maria Friche Passos
local.contributor.referee1Marcos Pezzi Guimaraes
local.description.resumoA taxa de infecção de teleóginas de Boophilus microplus por esporocinetos de Babesia sp, foi analisada durante dois anos de observação em um rebanho leiteiro, mantido em uma propriedade localizada no município de Pedro Leopoldo, MG, área de estabilidade enzoótica para babesiose. A cada 14 dias as teleóginas foram colhidas de bezerras e de animais adultos. Estas foram separadas de acordo com a faixa etária dos animais doadores, posteriormente, divididas, sendo a metade incubada em estufa climatizada e o restante em condições ambientais. Após oito dias, essas teleóginas foram examinadas por meio do esfregaço direto da hemolinfa corado pelo Giemsa e depois fixadas em etanol a 70% para que posteriormente fossem submetidas à extração do DNA e processadas por meioda Reação em Cadeia da Polimerase (PCR). Após a realização de 52 colheitas, 3.763 teleóginas foram obtidas, sendo 1.710 colhidas de bezerras e 2.053 colhidas de vacas. A taxa de infecção total das teleóginas foi de 9,0%. Entretanto, a taxa de infecção das teleóginas colhidas em bezerras (14,6%) foi maior (p<0,05) comparando com as colhidas em vacas (4,4%). O exame direto do esfregaço de hemolinfa apresentou sensibilidade de 78% quando comparado à PCR. A PCRpossibilitou a detecção da infecção específica de teleóginas de B. microplus por B. bigemina, B. bovis ou a infecção concomitante das duas espécies. A freqüência da infecção das teleóginas por B. bigemina foi maior (p<0,05), do que por B. bovis.
local.publisher.initialsUFMG

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