Brazilian black women are at higher risk for COVID-19 complications: an analysis of REBRACO, a national cohort

dc.creatorAmanda Dantas-Silva
dc.creatorFrederico Peret
dc.creatorFrancisco Feitosa
dc.creatorEvelyn Traina
dc.creatorEdson Cunha Filho
dc.creatorJanete Vettorazzi
dc.creatorSamira Haddad
dc.creatorCarla Andreucci
dc.creatorMário Dias Corrêa Júnior
dc.creatorMarcos Dias
dc.creatorLeandro de Oliveira
dc.creatorFernanda Garanhani Surita
dc.creatorElias Melo Junior
dc.creatorRenato Souza
dc.creatorLeila Rocha
dc.creatorJosé Paulo Guida
dc.creatorRodolfo Pacagnella
dc.creatorRicardo Tedesco
dc.creatorKarayna Fernandes
dc.creatorSérgio Martins-Costa
dc.date.accessioned2024-10-14T20:09:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:48:59Z
dc.date.available2024-10-14T20:09:58Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar o impacto da raça (negra versus não negra) nos desfechos maternos e perinatais de gestantes com COVID-19 no Brasil. Métodos: Esta é uma subanálise da REBRACO, um estudo de coorte multicêntrico brasileiro desenhado para avaliar o impacto da COVID-19 em mulheres grávidas. De fevereiro de 2020 a fevereiro de 2021, 15 maternidades do Brasil coletaram dados de mulheres com sintomas respiratórios. Selecionamos todas as mulheres com teste positivo para COVID-19; em seguida, as dividimos em dois grupos: mulheres negras e não negras. Finalmente, comparamos, entre os grupos, os resultados sociodemográficos, maternos e perinatais. Obtivemos a frequência dos eventos em cada grupo e comparamos usando o teste X2; Valores de p < 0,05 foram considerados significativos. Também estimamos o odds ratio (OR) e os intervalos de confiança (IC). Resultados: 729 mulheres sintomáticas foram incluídas no estudo; desses, 285 foram positivos para COVID-19, 120 (42,1%) eram negros e 165 (57,9%) não eram negros. As mulheres negras apresentaram pior escolaridade (p ¼ 0,037). O tempo de acesso ao sistema de saúde foi semelhante entre os dois grupos, com 26,3% incluídos com sete ou mais dias de sintomas. Síndrome respiratória aguda grave (OR 2,22 CI 1,17–4,21), admissão em unidade de terapia intensiva (OR 2,00 CI 1,07–3,74) e dessaturação na admissão (OR 3,72 CI 1,41–9,84) foram mais prováveis de ocorrer entre mulheres negras. A mortalidade materna foi maior entre as negras (7,8% vs. 2,6%, p ¼ 0,048). Os resultados perinatais foram semelhantes entre os dois grupos. Conclusão: Mulheres negras brasileiras tiveram maior probabilidade de morrer devido às consequências da COVID-19.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1055/s-0043-1770133
dc.identifier.issn0100-7203
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77426
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectObstetrícia
dc.subjectQuestão racial
dc.subjectNegras
dc.titleBrazilian black women are at higher risk for COVID-19 complications: an analysis of REBRACO, a national cohort
dc.title.alternativeMulheres negras brasileiras correm maior risco de complicações da COVID-19: uma análise do REBRACO, uma coorte nacional
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage260
local.citation.issue05
local.citation.spage253
local.citation.volume45
local.description.resumoObjective: To evaluate the impact of the race (Black versus non-Black) on maternal and perinatal outcomes of pregnant women with COVID-19 in Brazil. Methods: This is a subanalysis of REBRACO, a Brazilian multicenter cohort study designed to evaluate the impact of COVID-19 on pregnant women. From February 2020 until February 2021, 15 maternity hospitals in Brazil collected data on women with respiratory symptoms. We selected all women with a positive test for COVID-19; then, we divided them into two groups: Black and non-Black women. Finally, we compared, between groups, sociodemographic, maternal, and perinatal outcomes. We obtained the frequency of events in each group and compared them using X2 test; p-values < 0.05 were considered significant. We also estimated the odds ratio (OR) and confidence intervals (CI). Results: 729 symptomatic women were included in the study; of those, 285 were positive for COVID-19, 120 (42.1%) were Black, and 165 (57.9%) were non-Black. Black women had worse education (p = 0.037). The timing of access to the health system was similar between both groups, with 26.3% being included with seven or more days of symptoms. Severe acute respiratory syndrome (OR 2.22 CI 1.17–4.21), intensive care unit admission (OR 2.00 CI 1.07–3.74), and desaturation at admission (OR 3.72 CI 1.41–9.84) were more likely to occur among Black women. Maternal death was higher among Black women (7.8% vs. 2.6%, p = 0.048). Perinatal outcomes were similar between both groups. Conclusion: Brazilian Black women were more likely to die due to the consequences of COVID-19.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA OBSTETRÍCIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10281763/pdf/10-1055-s-0043-1770133.pdf

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