Percepção materna sobre contato pele a pele precoce, clampeamento oportuno e amamentação na primeira hora de vida do bebê

dc.creatorTaisa de Paula Gonçalves
dc.date.accessioned2021-05-26T15:18:25Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:12:23Z
dc.date.available2021-05-26T15:18:25Z
dc.date.issued2017-10-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36128
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectColeta de Dados
dc.subjectInteracionismo Simbólico
dc.subjectMães
dc.subjectParto
dc.subjectPrática Profissional
dc.subjectRisco
dc.subject.otherPuérperas
dc.subject.otherRecém-nascido
dc.subject.otherContato pele a pele precoce
dc.subject.otherClampeamento oportuno do cordão
dc.subject.otherAmamentação na primeira hora
dc.titlePercepção materna sobre contato pele a pele precoce, clampeamento oportuno e amamentação na primeira hora de vida do bebê
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Elysângela Dittz Duarte
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1654031101014216
local.description.resumoEste estudo teve como objetivo analisar a percepção das mães sobre o contato pele a pele precoce, clampeamento oportuno do cordão umbilical e amamentação na primeira hora de vida e sobre as contribuições destas práticas para a saúde do seu filho. Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, à luz do Interacionismo Simbólico. Desenvolvido em uma maternidade pública, de Belo Horizonte, Minas Gerais. Foram incluídas na pesquisa 28 mães com 18 anos ou mais; cuja gestação foi de risco habitual; filhos apresentaram boa vitalidade ao nascer; e que experienciaram as três Práticas Essenciais Integradas. A coleta de dados foi feita por consulta aos prontuários e entrevistas individuais com as mães no Alojamento Conjunto, no mínimo, 18 horas após o parto, de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016. Utilizou-se a Análise de Conteúdo proposta por Bardin. Os achados mostraram que as mães demonstraram percepção positiva quanto aos cuidados recebidos pelo filho logo após o nascimento. Mesmo que em alguns casos elas não soubessem citar as contribuições das Práticas Essenciais Integradas para a saúde do filho, não questionaram os profissionais de saúde quanto à realização de tais práticas. Espera-se contribuir para reflexão dos profissionais de saúde quanto à valorização da mulher, bebê e família como centro do cuidado; respeitar e estimular a autonomia e protagonismo da mulher nas decisões que envolvem seu corpo e seu filho; e fortalecer sua prática profissional, para implementar as Práticas Essenciais Integradas e orientar a mulher sobre sua importância.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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