Caracterização bioquímica e sensibilidade a antimicrobianos de amostras de Escherichia coli de origem animal

dc.creatorMidelvirson Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-13T13:09:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:50:59Z
dc.date.available2019-08-13T13:09:26Z
dc.date.issued1981-07-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QZHVA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectAgentes antiinfecciosos
dc.subjectAnimais domesticos Doenças
dc.subjectEscherichia coli Identificação
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleCaracterização bioquímica e sensibilidade a antimicrobianos de amostras de Escherichia coli de origem animal
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Britto Figueiredo
local.contributor.referee1Jose Divino Lopes Filho
local.contributor.referee1Regino Leonardo de Oliveira
local.description.resumoQuarenta e quatro amostras de Escherichia coli de origem animal (bovinos, aves, suínos, equinos e caninos) e outras três de origem humana, todas isoladas em casos de Suspeita ou diagnóstico clínico de colibacilose, em Belo Horizonte (Minas Gerais, Brasil), foram caracterizadas biquimicamente e testadas frente a 21 drogas antimicrobianas. Os resultados globais dos testes bioquímicos, em porcentagem de positividade, foram: H²S, urease, Voges-Prokauer, citrato, cianeto de potássio, fenilalanina, malonato, inositol e oxidase ­ zero; adonitol -6,4; salicina - 44,7; dulcitol - 53,2; rafinose - 59,6; Sacarose - 63,8; motilidade - 65,9; indol - 85,1; lisina - 87,2; Sorbitol - 89,4; ramnose - 91,5; vermelho de metila ­ 95,1; lactose ­ 95,7; arabinose - 97,9; glicose-ácida, glicose­gás, manitol e catalase - 100. O meio de Rugai foi utilizado e considerado bom para identificação presuntiva do coliforme. Foi obtida a seguinte porcentagem de sensibilidade individual a antimicrobianos, ampicilina e eritromicina- zero; tetraciclina - 19,1; doxiciclina e estreptomicina - 23,4; sisomicina - 23,0; sulfonamida - 38,3; carbenicilina -55,3; cloranfenicol - 57,4: fosfomicina - 59,6; kanamicina ­ 76,6; ácido nalidíxico - 80,8; colistina, nitrofurantoina e trimethoprim sulfa - 83,0; neomicina - 85,1; becanamicina e cefalexina - 87,2; gentamicina ­ 97,9; amicacina e polimixina B -100. A porcentagem obtida na análise de resistência múltipla a penicilinas, cloranfenicol, estreptomicina, neomicina nitrofurantoina, sulfonamida e tetraciclina foi a seguinte: nenhuma resistência ­ 2,1; resistência simples - 12,8; dupla- 14,9; tripla - 21,3; quádrupla - 19,1; quíntupla - 17,0; sêxtupla - 12,8; resistência a todas essas drogas - zero. As resistências associadas ou simultâneas a dois, três e quatro antimícrobianos verificadas com maior freqüência, nos 40 casos (85,1% da amostragem) de resistência múltipla, foram: tetraciclina e estreptomicina - 80,0%; tetraciclina e sulfa ­ 62,5%; sulfa e estreptomicina - 62,5%; tetraciclina, sulfa e estreptomicina - 55,0%; tetraciclina, sulfa, estreptomicina e cloranfenicol - 40,0%.
local.publisher.initialsUFMG

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