Um cemitério vivo: memória de infância em espiral para reativar a experiência estética

dc.creatorMarina Marcondes Machado
dc.date.accessioned2021-07-26T19:38:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:04Z
dc.date.available2021-07-26T19:38:15Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThis article is based upon a communication made by the author in 2012 whose focus lied on an existential hypothesis of art teaching and learning based upon what the author calls a spiral approach. To do so, the teacher must not underestimate the previous experience of children and young students, searching for an anthropological and biographical understanding of their experiences, leading them to their own poetics. The author’s purposal is that art curriculum gets more flexible, so that the teacher will conduct creative processes in the movement of Birth, Life and Death. Doing so can lead us to a new lexical, where theater becomes theatricalities, music turns into musicalities, visual arts into spatialities and dance into corporalities. According to this way of thinking, feeling and being, we must get into artistic-existential fields, where the center of the purposal is the child and the young student themselves, instead of theories or curriculum documents previously designed by the adult community, searching for a new relational path in between teacher and students.
dc.identifier.issn18062962
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36976
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista digital Art&
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArte - Estudo e ensino
dc.subjectMemória na arte
dc.subjectEducação de crianças
dc.subjectArte e educação
dc.subject.otherCurrículo existencial em arte
dc.subject.otherAbordagem espiral no ensino de arte
dc.subject.otherAutobiografia como metodologia
dc.subject.otherPoéticas próprias
dc.titleUm cemitério vivo: memória de infância em espiral para reativar a experiência estética
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage12
local.citation.issue18
local.citation.spage1
local.description.resumoEste artigo é o desdobramento de uma comunicação feita em 2012 e tem como base uma hipótese existencial da aprendizagem e do ensino de arte para crianças e jovens a partir daquilo que a autora nomeia de abordagem espiral. Nesta chave, o educador valoriza a experiência prévia da criança e do jovem, em um cuidadoso trabalho antropológico e autobiográfico que se desdobra nas poéticas próprias dos educandos. Para tal acontecimento, a autora propõe que o currículo em arte se flexibilize, de maneira que o professor se torne capaz de conduzir processos que permitam surgir hibridismos entre teatro, dança, artes visuais e música, e que seus temas geradores possam estabelecer fluxos entre Nascimento, Vida e Morte. A flexibilização dos conteúdos curriculares em arte pode acontecer a partir de uma ampla discussão de um novo léxico, onde teatro transforma-se e transfigura-se em teatralidades, música em musicalidades, artes visuais em espacialidades e dança em corporalidades. Esta maneira de pensar, sentir e fazer propiciará novos caminhos no exercício de âmbitos artístico-existenciais, cujo cerne será partir da criança e do jovem mesmos, e não de teorias prévias ou documentos curriculares.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4389-066X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - DEPARTAMENTO DE FOTOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.revista.art.br/site-numero-18/05.pdf

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Um cemitério vivo.pdf
Tamanho:
423.23 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: