Máquina de fazer comunidades (LGBTQIA+) e outras bioengenharias-filosóficas
| dc.creator | Neilton dos Reis Goularth | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-21T14:58:52Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:35:13Z | |
| dc.date.available | 2022-10-21T14:58:52Z | |
| dc.date.issued | 2022-02-22 | |
| dc.description.abstract | Someone once told me that you had to be careful with people, that this was a very important thing. I believe that on that day this text began to be written and later took the form of an academic work. In this study, I aim to feel and think and articulate three main points: i) the idea of making communities, ii) the existence of lgbtqia+ communities and iii) the defense of this doing as an educational process. All this is discussed from a decolonial epistemological perspective, especially with the authors: Silvia Cusicanqui, Glória Anzaldúa, Linda Tuhiwai Smith, Arturo Escobar, Raúl Zibechi and bell hooks. I dialogue with the concepts of these authors — in particular that of making communities of affinities — to arrive at my own elaboration on communities, arranged in six aspects. They are: identity catalysis, autonomy, acts of re-existence, ethics of the common, imagination of other possible worlds, education. Methodologically, I present an autobiographical text inspired by the work of Jota Mombaça and Pedra Homem — in addition to Glória Anzaldúa. Thus, this thesis reinvents my life-writing-research, giving it other dimensions and helping to decolonize academic research by re-thinking who, for whom, how, for what, what, why and with whom I write about practices community. I link all this to philosophical-bioengineering — a concept that I invent to say about what we create and which serves to imagine with and from nature, which serves to get to know the world. I write with these philosophical-bioengineering to make communities and, remembering what I was once told, to take care of life. | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/46490 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Restrito | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Minorias sexuais | |
| dc.subject | Comunidades | |
| dc.subject | Descolonização - Aspectos educacionais | |
| dc.subject | Autobiografia | |
| dc.subject | Professores homossexuais - Narrativas pessoais | |
| dc.subject.other | Educação | |
| dc.subject.other | Comunidades | |
| dc.subject.other | Descolonização | |
| dc.subject.other | Autobiografia | |
| dc.subject.other | Minorias sexuais | |
| dc.subject.other | Professores homossexuais | |
| dc.title | Máquina de fazer comunidades (LGBTQIA+) e outras bioengenharias-filosóficas | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Renata Pereira Lima Aspis | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0261355165283379 | |
| local.contributor.referee1 | Anna Paula Vencato | |
| local.contributor.referee1 | Shirley Aparecida de Miranda | |
| local.contributor.referee1 | Jaqueline Gomes de Jesus | |
| local.contributor.referee1 | Roney Polato de Castro | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1483112079757481 | |
| local.description.embargo | 2024-02-22 | |
| local.description.resumo | Certa vez alguém me disse que era preciso ter cuidado com as pessoas, que isso era uma coisa muito importante. Acredito que, naquele dia, essa tese começou a ser escrita e depois ganhou a forma de um trabalho acadêmico. Nesse estudo, tenho como objetivo sentipensar e articular três pontos principais: i) a ideia de fazer comunidades, ii) a existência de comunidades lgbtqia+ e iii) a defesa desse fazer enquanto um processo educativo. Tudo isso é discutido a partir de uma perspectiva epistemológica descolonial, em especial com as autoras: Silvia Cusicanqui, Glória Anzaldúa, Linda Tuhiwai Smith, Arturo Escobar, Raúl Zibechi e bell hooks. Dialogo com os conceitos dessas autoras — em especial o de fazer comunidades de afinidades — para chegar à minha própria elaboração sobre comunidades, disposta em seis aspectos. A saber: catálise identitária, autonomia, atos de reexistência, ética do comum, imaginação de outros mundos possíveis, educação. Metodologicamente, apresento um texto autobiográfico inspirado no fazer de Jota Mombaça e Pedra Homem — além de Glória Anzaldúa. De forma que essa tese re-inventa minha vida-escrita-pesquisa dando-lhe outras dimensões e ajudando a descolonizar a investigação acadêmica re-pensando quem, para quem, como, pra que, o que, por que e com quem eu escrevo sobre práticas comunitárias. Articulo tudo isso às bioengenharias-filosóficas — conceito que invento para dizer daquilo que criamos e que serve para imaginar com e a partir da natureza, que serve para conhecermos o mundo. Escrevo com essas bioengenharias-filosóficas para fazer comunidades e, lembrando o que me disseram certa vez, para cuidar da vida. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social |