Estudo clínico de síncope em pacientes com perdas de consciência e de tônus postural, convulsões e eletroencefalografia normal ou com achados inespecíficos para epilepsia

dc.creatorThiago da Rocha Rodrigues
dc.date.accessioned2019-08-12T21:38:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:12Z
dc.date.available2019-08-12T21:38:04Z
dc.date.issued2006-06-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-72CR4D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSíncope/diagnóstico
dc.subjectEletroencefalografia
dc.subjectEpilepsia/diagnóstico
dc.subjectDiagnóstico diferencial
dc.subjectEpilepsia/epidemiologia
dc.subjectDiretrizes para a prática clínica
dc.subjectSíncope/epidemiologia
dc.subjectConvulsões
dc.subject.otherEletroencefalografia
dc.subject.otherEpilepsia
dc.subject.otherArritmias cardíacas
dc.subject.otherSíncope
dc.subject.otherConvulsão
dc.titleEstudo clínico de síncope em pacientes com perdas de consciência e de tônus postural, convulsões e eletroencefalografia normal ou com achados inespecíficos para epilepsia
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria da Consolacao Vieira Moreira
local.contributor.referee1César José Grupi
local.contributor.referee1Hélio Lima de Brito Júnior
local.contributor.referee1Francisco Eduardo Costa Cardoso
local.description.resumoEletroencefalografias normais não excluem a possibilidade de epilepsias em pacientes com convulsões. Anticonvulsivantes são freqüentemente prescritos. Síncopes também podem acompanhar-se de convulsões e serem confundidas com epilepsia. Ambas as síndromes estão associadas a aumento de mortalidade. Objetivos Avaliar a proporção de pacientes encaminhados ao neurologista com convulsões, perdas de consciência, quedas e eletroencefalografias normais, que apresentem causas para síncopes. Avaliar quais as causas cardiológicas mais freqüentes de síncopes nesta população e quais os testes diagnósticos mais úteis. Revisar a literatura sobre o tema perdas transitórias de consciência e convulsões. Métodos Foi um estudo transversal com 49 pacientes consecutivos, com idades de 6 a 85 anos (40.9 ± 24,3). Todos os pacientes foram submetidos a exame clínico, ECG e ecocardiografia. Testes de inclinação, Holter-24-h emassagens de seio carotídeo foram realizados quando necessários. Estudo eletrofisiológico foi realizado em pacientes com cardiomiopatia ou palpitações taquicárdicas. Resultados Anticonvulsivantes haviam sido prescritos a 31 PTs (63.3%). Síncope neurocardiogênica foi detectada em 20 pacientes (40.8%), arritmias graves em 6 (12.2%), hipersensibilidade de seio carotídeo em 6 (12.2%), hipotensão postural em 3 (6.1%), estenose aórtica grave em 1 (2,0%), hipersensibilidadecarotideana e síncope vasovagal em 1 (2.0%) e associação de síncope e epilepsia em 4 (8,2%). Nenhuma causa foi encontrada em 14 (28.6%) pacientes. Dentre as arritmias, houve 2 bloqueios atrioventriculares totais, 1 taquicardia ventricular sustentada, 1 taquicardia atrial rápida e 2 taquicardias reentrantes nodais. Diagnósticos presumíveis para síncope foram encontrados em 35 (71.4%) pacientes. Pacientes com e sem anticonvulsivantes apresentaram 64.5% e 83.3% de causas para síncope, respectivamente (OR = 0.20 IC 95% 0.09 a 1.54 p = 0.20). Conclusões Esta população apresentou alta proporção de causas presumíveis para síncopes. As causas mais comuns foram síncopes neurocardiogênicas, arritmias cardíacas graves e hipersensibilidade de seio carotídeo. O uso de anticonvulsivantes não diferenciou os grupos com e sem síncopes. Arritmias potencialmente letais podem estar presentes.
local.publisher.initialsUFMG

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