Uma abordagem investigativa com alunos do 7º ano do ensino fundamental sobre o tema automedicação

dc.creatorGlauce Theozires Ferraz Duarte Rios
dc.date.accessioned2019-08-11T06:05:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:39:06Z
dc.date.available2019-08-11T06:05:56Z
dc.date.issued2012-12-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9AJJTF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAutomedicação
dc.subjectEducação
dc.subjectCiência  Estudo e ensino
dc.subject.otherEnsino de Ciências por Investigação
dc.titleUma abordagem investigativa com alunos do 7º ano do ensino fundamental sobre o tema automedicação
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Mairy Barbosa Loureiro dos Santos
local.description.resumoEste trabalho relata uma proposta de ensino para introduzir o conteúdo diversidade dos materiais dando enfoque no tema automedicação. A proposta foi realizada com 34 alunos do sétimo ano do ensino fundamental da Escola Estadual Madre Carmelita. Assim, para investigar o nível de informações dos alunos sobre automedicação e a possível relação com as aulas de ciências, propus algumas questões que foram respondidas livremente pela turma. As informações coletadas junto aos alunos foram analisadas, servindo de base para planejar as atividades seguintes. Com essas atividades, foi promovido um processo de investigação sobre o tema automedicação com o conteúdo diversidade dos materiais, na tentativa de transformar o ensino de ciências em algo mais significante e útil na formação dos jovens como cidadãos. Os resultados obtidos pelos alunos foram que a turma utiliza com maior frequência os medicamentos: Paracetamol e Dipirona. Através das atividades os alunos perceberam que não há medicamentos totalmente seguros nem totalmente tóxicos. Muitos consideraram a automedicação um processo potencialmente maléfico à saúde individual e coletiva. Notaram ainda que a diferença entre remédio e veneno é a dosagem e que o uso irracional de medicamentos pode causar desde efeitos indesejáveis e agressões ao sistema digestivo, até resistência bacteriana, reações alérgicas e mascaramento de doenças. A turma chegou à conclusão que a automedicação feita de forma correta pode trazer benefícios para a saúde, e no contexto dos países pobres, poderia ser considerada como uma necessidade, com função complementar aos sistemas de saúde.
local.publisher.initialsUFMG

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