Mortalidade infantil e urbanização: o caso do Aglomerado da Serra
| dc.creator | Veronica Cezar Laranjeira Santos | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T01:16:51Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:45:57Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T01:16:51Z | |
| dc.date.issued | 2011-03-02 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-9DSFCH | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Epidemiologia | |
| dc.subject.other | Mortalidade infantil | |
| dc.subject.other | Urbanização | |
| dc.title | Mortalidade infantil e urbanização: o caso do Aglomerado da Serra | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Eliane de Freitas Drumond | |
| local.contributor.referee1 | Jorge Gustavo Velasquez Melendez | |
| local.contributor.referee1 | Edna Maria Rezende | |
| local.description.resumo | A mortalidade em menores de um ano representa um indicador sensível a condições de vida e saúde da população. O estudo descreveu os fatores que podem estar associados à mortalidade infantil nos residentes do Aglomerado da Serra, antes e após a implementação do programa de urbanização desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, chamado Vila Viva. Realizou-se um estudo descritivo de base populacional e de série temporal em cinco Centros de Saúde (CS) do Aglomerado da Serra, no período de 2001 a 2008. Observou-se a redução da proporção de prematuros de 11.3% em 2001-2004 para 9.3% em 2005-2008. O Aglomerado apresentou elevadas proporções de gravidez na adolescência durante o período analisado, tendendo a redução nos anos subseqüentes à implantação do Programa. As proporções de baixo peso ao nascer nos CS do Aglomerado da Serra, apresentaram uma discreta tendência de queda de 2001 a 2008, passando de 13.5% para 12%. Os CS do Aglomerado da Serra apresentaram uma redução de 38.4% na mortalidade em menores de um ano, no período de 2001 a 2008. Os resultados encontrados no presente estudo permitem reconhecer que, apesar da redução nos fatores de risco para a mortalidade infantil observada, ela ainda é elevada. Isso aponta para a necessidade de os serviços e profissionais de saúde investirem em ações específicas voltadas para a acessibilidade aos programas, com formação do vínculo e confiança entre a gestante e os profissionais. Ao traçar as metas a partir de dados coletados, é possível fazer o acompanhamento de cada ação delineada e verificar os resultados alcançados. Os benefícios são notórios para os envolvidos, como as equipes de saúde, usuários e a própria instituição de saúde. O planejamento adequado das ações de cuidado, em especial a grupos vulneráveis, facilita a avaliação da qualidade e quantidade das intervenções efetivadas. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- mortalidade_infantil_e_urbaniza__o_o_caso_do_aglomerado_da_serra.pdf
- Tamanho:
- 134.93 KB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format