Oral cancer: socio-spatial analysis of a Brazilian sample

dc.creatorAndrea López Soto
dc.creatorAlexandre de Andrade Souza
dc.creatorLetícia Cavalari Pinheiro
dc.creatorCarlos José de Paula Silva
dc.creatorMauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu
dc.creatorPatricia Carlos Caldeira
dc.creatorMaria Cássia Ferreira de Aguiar
dc.date.accessioned2023-09-04T20:22:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:14:21Z
dc.date.available2023-09-04T20:22:35Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIntrodução: Medidas socioespaciais são amplamente utilizadas na pesquisa em saúde, mas ainda pouco exploradas em relação ao câncer de boca.Objetivo: Descrever as características sociodemográficas e clínicas do câncer de boca e analisar a distribuição espacial da doença em relação ao status socioeconômico do bairro, incluindo a disponibilidade de centros de saúde. Método: Foram coletados dados sociodemográficos, clínicos e histopatológicos dos pacientes atendidos no período de 2005 a 2015. Foram realizadas análises descritivas dos dados de todas as variáveis. A análise espacial foi realizada por meio do programa R. A distribuição geográfica dos endereços residenciais dos pacientes foi analisada usando a função K de Ripley e mapas de Kernel. A vulnerabilidade socioespacial foi definida pela renda familiar e adequação do domicílio. Resultados: Dos 127 pacientes incluídos, a maioria era do sexo masculino (76,4%), branca ou parda (82,7%), casada (35,4%), com baixa escolaridade (71,6%) e idade média de 59,5 anos. Os casos foram distribuídos em grupos caracterizados por menor renda mediana e condições sanitárias inadequadas. Conclusão: Os casos de câncer oral estão concentrados em regiões de baixa condição econômica. Embora os centros de atenção primária à saúde tenham sido homogeneamente distribuídos por toda a cidade, isso não é suficiente para promover o acesso dos pacientes e o câncer de boca continua sendo diagnosticado tardiamente.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2020v66n3.1029
dc.identifier.issn2176-9745
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58428
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Cancerologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNeoplasias bucais
dc.subjectNeoplasias orofaríngeas
dc.subjectEpidemiologia
dc.subjectAnálise espacial
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subject.otherMouth neoplasms
dc.subject.otherOropharyngeal neoplasms
dc.subject.otherEpidemiology
dc.subject.otherSpatial analysis
dc.subject.otherSocioeconomic factors
dc.titleOral cancer: socio-spatial analysis of a Brazilian sample
dc.title.alternativeCâncer bucal: análise socioespacial de uma amostra brasileira
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue3
local.citation.volume66
local.description.resumoIntroduction:Socio-spatial measures are largely used in health research, but it is still unusual in oral cancer investigation. Objective: This study aims to describe the sociodemographic and clinical features of oral cancer and analyze the spatial distribution of the disease in relation to the neighborhood socioeconomic status including availability of health care centers. Method: Sociodemographic, clinical and histopathologic data were collected from patients treated from 2005 to 2015. Descriptive data analyses of all variables were performed. The spatial analysis was carried out through the program R. Geographic distribution of patients’ home addresses was analyzed using Ripley’s K function and Kernel maps. The socio-spatial vulnerability was defined by household income and home adequacy. Results: Of the 127 patients included, the majority were males (76.4%), Caucasian or Brown (82.7%), married (35.4%), with low educational level (71.6%) and mean age of 59.5 years. Cases were distributed in clusters characterized by lower median income and inadequate sanitary conditions. Primary health care centers were homogeneously distributed throughout the city. Conclusion: These oral cancer cases are concentrated in regions under relatively low socioeconomic conditions, and despite the homogeneous distribution of primary health care centers, it is not enough to promote access for patients and oral cancer remains being diagnosed late.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2707-9671
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4204-9334
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6229-9202
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5188-4625
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8794-5725
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9179-0145
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5134-3466
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/1029

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