Mapeamento geoparticipativo: caminhos para a construção da gestão participativa das águas em tempos de crise hídrica a partir da metodologia 3P

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Geoparticipatory mapping: approaches for establishing participatory water management in times of water crisis using the 3P methodology

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Resumo

No contexto de “Crise Hídrica”, há de se perguntar: qual o papel da educação geográfica nesse tópico? As ações humanas influenciaram decisivamente a ocorrência de fatores que resultam na “Crise”. Contraditoriamente, a própria não ação também contribuiu para ela. Como? A alienação e a falta de processos participativos nas escolas, envolvendo desde a consciência do dinamismo formativo dos territórios e a implicação das pessoas na tomada de decisões sobre a gestão de territórios – e das águas – são consideradas “não-ação”. Dessa forma, a imobilidade pedagógica também contribui para esse quadro. Nesse sentido, apresentamos uma metodologia para tratar das questões voltadas à discussão e à análise de bacias hidrográficas por um conjunto de práticas educativas geográficas: 3P reconhecer o Problema (1P), observar a Potencialidade (2P) e ver a Possibilidade (3P) desenvolvida na extensão. Como resultados, analisamos a Microbacia Hidrográfica do Córrego João Gomes Cardoso em Contagem-MG e questões desafiadoras para as ações ligadas aos t empos de aplicação, infraestrutura e defasagem de conhecimento geográfico e tecnológico. Observamos que o 3P tem potencial pedagógico no ensino da Geografia, podendo não apenas auxiliar no entendimento da espacialidade e da dinâmica do território hidrográfico, mas na construção crítica sobre suas transformações.

Abstract

In a context of "water crisis", one must ask: what is the role of geographic education regarding this subject matter? On the one hand, human actions have decisively influenced the incidence of factors that result in the "Crisis". On the other hand, contradictorily, non-actions have also contributed in leading to it. How? “Non-actions” comprise estrangement and lack of participatory processes within schools, from the consciousness about the dynamism of territories – encompassing waters – to the involvement of people in territory management decision-making. Pedagogical immobility, thus, contributes to this scenario. In this sense, we present a methodology to address issues related to the discussion and analysis of drainage basins by means of a set of geographic educational practices: 3P: recognize Problem (1P), observe Potentiality (2P) and see Possibility (3P). As a result, we analyze challenging issues related to the time of application, infrastructure, and the gap between geographic and technological knowledge. 3P has educational potential, not only for aiding in the understanding of spatiality and the dynamics of the hydrographic territory, but also in building a critical view of its transformations.

Assunto

Geografia, Mapeamento Geográfico, Bacias Hidrográficas

Palavras-chave

Geografia, Mapeamento geomorfológico, Bacias hidrográficas

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https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/55864/35001

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