Diferencial de mortalidade infantil pelo arranjo familiar do domicílio no Brasil: uma análise de período a partir do censo demográfico brasileiro de 2010

dc.creatorDamien Philippe Antoine Franca Huchet
dc.date.accessioned2025-04-04T15:18:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:54Z
dc.date.available2025-04-04T15:18:42Z
dc.date.issued2024-09-11
dc.description.abstractWith the mortality transition process, there is an observed compression of infant mortality within the neonatal period, which spans from the 1st to the 28th day of a newborn's life. This context highlights the importance of a healthy pregnancy process to avoid negative birth outcomes. During the perinatal period, the presence and health behavior of the kinship network in which the pregnant woman is embedded can be a significant factor to consider. Therefore, the objective of this study is to investigate the relationship between household family structure/arrangement and infant mortality using the Brazilian 2010 Census, understanding the infant mortality rate as an indicator of the mother's health during the perinatal period. Infant deaths are obtained from the question about children born and surviving in the 12 months prior to the date of the 2010 Brazilian Census. The household arrangement categories used are based on the structure and composition of families residing in the household, which can be singleparent, nuclear, extended, and composite families. Initially, the study uses descriptive methodology to analyze the differentials in the infant mortality rate among the different types of household arrangements. Subsequently, it employs logistic models to estimate the odds of infant death in each type of household arrangement, including independent variables of demographic and socioeconomic nature. The results indicate a significant differential in the infant mortality rate among the various household arrangements analyzed, and they also highlight the importance of variables associated with the production of maternal health during the perinatal period. The study contributes to shedding light on the differential of infant deaths and perinatal health production among the main types of household arrangements in Brazil.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81302
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMortalidade infantil
dc.subjectBrasil
dc.subjectLevantamentos domiciliares
dc.subjectDemografia
dc.subject.othermortalidade infantil
dc.subject.otherarranjo domiciliar
dc.subject.othersaúde perinatal
dc.titleDiferencial de mortalidade infantil pelo arranjo familiar do domicílio no Brasil: uma análise de período a partir do censo demográfico brasileiro de 2010
dc.title.alternativeInfant mortality differential by household arrangement in Brazil: a cross-sectional analysis based on the 2010 brazilian demographic census
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bernardo Lanza Queiroz
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7581282834093314
local.contributor.referee1Everton Emanuel Campos de Lima
local.contributor.referee1Ana Paula de Andrade Verona
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9339184853178375
local.description.resumoCom o processo de transição da mortalidade, observa-se uma compressão da mortalidade infantil no período neonatal, que vai do 1º ao 28º dia de vida do recém-nascido. Esse contexto reforça a importância de um processo de gestação saudável, de forma a evitar desfechos negativos do nascimento. Durante o período perinatal, a presença e o comportamento de saúde da rede de parentesco em que a gestante está inserida pode ser um diferencial importante a ser considerado. Por isso, o objetivo do trabalho consiste em investigar a relação entre o arranjo familiar do domicílio e a mortalidade infantil a partir do Censo Demográfico brasileiro de 2010, compreendendo a taxa de mortalidade infantil como um indicador agregado da saúde da gestante durante o período perinatal. Os óbitos infantis são obtidos a partir da pergunta sobre filhos tidos e filhos sobreviventes nos últimos 12 meses anteriores à data do Censo Demográfico brasileiro de 2010. As categorias de arranjo domiciliar utilizadas são elaboradas a partir da estrutura e composição das famílias residentes no domicílio, podendo ser monoparentais, nucleares, estendidas e compostas. Em um primeiro momento, o trabalho utiliza a metodologia descritiva para analisar os diferenciais na taxa de mortalidade infantil entre os diferentes tipos de arranjos domiciliares. Em seguida, faz uso de modelos logísticos para estimar as chances de óbito infantil em cada tipo de arranjo domiciliar, a partir da inclusão de variáveis independentes de natureza demográfica e socioeconômica. Os resultados apontam que existe um diferencial significativo na taxa de mortalidade infantil entre os diferentes arranjos domiciliares analisados, além de indicar a importância de variáveis que se associam à produção de saúde da gestante durante o período perinatal. O trabalho contribui para lançar luz sobre o diferencial de óbitos infantis e de produção de saúde perinatal entre os principais tipos de arranjos domiciliares no Brasil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Demografia

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