Otimização das condições de extração dos compostos voláteis de cagaita (Eugenia dysenterica) empregando-se a HS-SPME/CG-MS

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O cerrado possui uma imensa biodiversidade em sua flora, apresentando mais de 11.600 plantas nativas catalogadas. Entre os frutos comestíveis, a cagaita (Eugenia dysenterica) tem sido muito utilizada na elaboração de vários produtos em virtude do seu sabor e aroma. Desta forma, este trabalho teve por objetivo determinar os compostos orgânicos voláteis (COVs) da cagaita. Cagaitas coletadas na cidade de Sete Lagoas/MG foram avaliadas utilizando-se a microextração em fase sólida no modo headspace (HS-SPME) utilizando a fibra carboxen-polidimetilsiloxano (CAR/PDMS). A identificação foi realizada empregando-se a cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas. Foi realizado um delineamento experimental variando os parâmetros: agitação (0, 50 e 100 rpm), tempo (20, 30 e 40 min) e temperatura (25, 45 e 65 ºC) de extração. Foram identificados 13 COVs com predomínio de monoterpenos (47,05%) e ésteres (14,09%). Os melhores resultados foram obtidos empregando temperaturas mais elevadas, enquanto a agitação e o tempo de extração não tiveram efeito significativo no número de COVs identificados.

Abstract

Assunto

Tecnologia de alimentos, Cagaita, Compostos voláteis

Palavras-chave

Aroma, Microextração em fase sólida, Cagaita, Fibra CAR/PDMS

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