Educação e autonomia: uma construção no cotidiano dos trabalhadores
| dc.creator | Gildo Scalco | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T11:03:43Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:57:32Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T11:03:43Z | |
| dc.date.issued | 1987-12-01 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/FAEC-87MNKQ | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação para o trabalho | |
| dc.subject | Trabalhadores Educação | |
| dc.subject | Sociologia educacional | |
| dc.subject | Educação Aspectos sociais | |
| dc.subject.other | Cotidiano dos trabalhadores | |
| dc.subject.other | Educação | |
| dc.subject.other | Autonomia | |
| dc.title | Educação e autonomia: uma construção no cotidiano dos trabalhadores | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Oder Jose dos Santos | |
| local.contributor.referee1 | Miguel Gonzalez Arroyo | |
| local.contributor.referee1 | Lucia Emilia Nuevo Barreto Bruno | |
| local.description.resumo | este estudo constitui uma análise que "desentoca" a prática educativa de um grupo de trabalhadores da região Industrial de Belo Horizonte/Contagem.Representa um momento da caleidoscópica imagem do cotidiano dos trabalhadores, onde criam seu espaço educativo especifíco. A análise mostra que, em um movimento que se autoconstitui, aqueles sujeitos se autogovernam, ao expressarem os cuidados que têm com sua educação. Demonstra, a partir dos próprios protagonistas, os caminhos, as formas de organização e as relações pedagógicas que são construídas no processo educativo ali desenvolvido.Revela, na sua dinâmica interna e na prática educativa mais geral, que aqueles sujeitos buscam nessa experiência resgatar o passado pela redescoberta do tempo, afirmando sua diferença e compreendendo suas vivências cotidianas fragmentadas. O dia-a-dia da sala-de-aula daqueles trabalhadores, pelo cruzamento das experiências vividas e narradas, expressa a possibilidade da reelaboração da sua identidade.A partir da emergência desses sujeitos, a prática educativa ali desenvolvida explicita formas de relação que permitem pensar aquele espaço educativo como o lugar da constituição permanente da memória daqueles agentes . Enfim, as práticas ali desenvolvidas revelam as formas expressivas de autonomia como imprescindíveis à gestação da pedagogia dos trabalhadores. Vale dizer, ainda, que tal espaço educativo constitui um lugar privilegiado, em que a racionalização da vida se tem curvado frente à "experiência humana", enquanto a educação do humano emerge, ajuntando os fragmentos da identidade daqueles sujeitos trabalhadores. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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