Próxima parada: Manguetown – fluxos de cultura na cidade e um novo olhar devolvido ao Brasil

dc.creatorFelipe Roner Vilanova Novais
dc.creatorRômulo Monte Alto
dc.date.accessioned2023-12-28T14:08:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:23:52Z
dc.date.available2023-12-28T14:08:53Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractThis article aims to raise reflections about the Manguebeat scene, a movement that erupted in Recife at the end of the 1980s. In this context, a relation between the city and the cultural productions of the band Chico Science & Nação Zumbi – specifically in the albums Da Lama ao Caos (1994) and Afro-ciberdelia (1996) – is proposed, a dinamic that projects a symbolic space understood as Manguetown. The aim is to understand how the songs inscribed on the scene reflect another image of Brazil to Brazil and diversify a hegemonic axis of production and circulation of culture. To this end, the contributions of Henri Lefevbre (2002), Benedict Anderson (2008) and Georges Didi-Huberman (2015) are recollected for the construction of a theoretical apparatus that allows the investigation of this scenario.This process is accompanied by considerations on the dynamics between global and local – considering the ideas of Andreas Huyssen (2002) in the wake of Cultural Studies – configured in the privileged space of analysis of the city.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5902/1679849X67870
dc.identifier.issn1679-849X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62206
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofLiteratura e Autoritarismo
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCidades e vilas
dc.subjectMangue (Música)
dc.subjectCultura
dc.subject.otherManguebeat
dc.subject.otherManguetown
dc.subject.otherCultura
dc.subject.otherResistência
dc.subject.otherCidade
dc.titlePróxima parada: Manguetown – fluxos de cultura na cidade e um novo olhar devolvido ao Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage104
local.citation.spage93
local.citation.volume38
local.description.resumoO presente artigo tem como objetivo trazer à tona reflexões sobre a cena do Manguebeat, movimento que irrompe em Recife ao fim dos anos 1980. Nesse panorama, propõe-se uma relação entre a cidade e as produções culturais da banda Chico Science & Nação Zumbi – especificamente nos álbuns Da lama ao caos (1994) e Afrociberdelia (1996) –, projetando um espaço simbólico entendido como Manguetown. Busca-se entender como as canções inscritas na cena repercutem uma outra imagem do Brasil ao Brasil e diversificam um eixo hegemônico de produção e circulação da cultura. Para isso, recuperam-se as contribuições de Lefevbre (2002), Anderson (2008) e Didi-Huberman (2015) para a construção de um aparelho teórico que permita a investigação desse cenário. Esse processo é acompanhado das considerações sobre as dinâmicas entre global e local – pensadas a partir das ideias de Huyssen (2002) na esteira dos Estudos Culturais – configuradas no espaço privilegiado de análise da cidade.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7152-4977
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5859-9867
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufsm.br/LA/article/view/67870

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