Por uma política da rememoração: a potência histórica no cinema de experiência pessoal

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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For a politics of memory: historical potency in the personal experience cinema

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Resumo

Pode o cinema de experiência pessoal cifrar a experiência coletiva? Movida por essa questão, propomos apontar as potências históricas e subjetivas do cinema de escrita de si, a partir das estratégias de evocação, constituição e figuração da memória. Um pequeno inventário de cineastas de referência e filmes brasileiros será traçado no sentido de investigar como, através de seus métodos, esse modo de escritura pode resistir à espetacularização do eu, e se abrir para experimentação de si através de uma tessitura temporal na qual a memória é tomada em sua relação inventiva com o esquecimento, e a história concebida em suas formas fluídas.

Abstract

How can personal filmmaking capture the historical experience? Having this question in mind, and aiming at revealing a certain politics of remembering, I set off the collective and subjective potency of self-filmmaking that emerges from various strategies for evoking, constituting and depicting memory. A short inventory of Brazilian films and filmmakers is sketched in order to guide the identification of three figures of self-filmmaking – “self-trace”, “becoming-memory”, and “processuality” – that articulate together a method and a filmic writing that engenders a temporal texture in which memory stands in a creative relation to forgetfulness and history takes a fluid shape.

Assunto

Cinema, Filmes biográficos, Autobiografia, Memória, História

Palavras-chave

Política da rememoração, Cinema, Experiência pessoal

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https://periodicos.uff.br/contracampo/article/view/17588

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