Correspondência de viagem: brasileiros na Europa oitocentista 1855 a 1898

dc.creatorJanete Flor de Maio Fonseca
dc.date.accessioned2019-08-12T00:41:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:50Z
dc.date.available2019-08-12T00:41:23Z
dc.date.issued2007-11-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-8W3E2J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFloresta, Nísia, 1810-1885
dc.subjectViajantes Europa
dc.subjectEuropa História
dc.subjectHistória
dc.subjectBarral, Luiza Margarida Portugal de Barros, Condessa de, 1825-1891
dc.subject.otherCorrespondência
dc.subject.otherViagem
dc.subject.otherHistória
dc.titleCorrespondência de viagem: brasileiros na Europa oitocentista 1855 a 1898
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Thais Velloso Cougo Pimentel
local.contributor.referee1Ana Lúcia Duarte Lana
local.contributor.referee1Regina Horta Duarte
local.contributor.referee1Marcus Vinicius de Freitas
local.contributor.referee1Jose Neves Bittencourt
local.description.resumoUma análise sobre estas viagens de brasileiros pela Europa oitocentista apresenta novos indícios sobre as trocas culturais nelas estabelecidas. Uma realidade que não pode ser vista apenas como de dependência cultural do grupo brasileiro em relação à cultura europeia. Pelo menos em depoimentos dos nossos viajantes brasileiros, encontraremos latente uma forte brasilidade que os leva a se deparar em território europeu com elementos capazes de remetê-los ao Brasil. Procuramos compreender a viagem como uma experiência cultural capaz não apenas de reafirmar valores e modos de ver o mundo , mas também como um exercício de formação e reflexão que no caso dos brasileiros em especial,lhes permitiu reordenar o olhar sobre si próprios e também sobre o Brasil. Destacamos a partir disso que durante as viagens à Europa na segunda metade do século XIX, membros da elite letrada , política e cultural brasileira não apenas agiram como observadores deslumbrados diante das cidades e da cultura européia, mas realizaram comparações e distinções importantes entre a cultura ali encontrada e a sua própria cultura. Diante da experiência do deslocamento em vários momentos reforçaram as fronteiras reafirmando sua condição de estrangeiros, e rearticulando sua visão sobre o Brasil e a Europa. Mas para que possamos compreender isso é necessário refletirmos sobre alguns caminhos percorridos na construção da representação da viagem como um elemento no imaginário sócio-cultural das elites brasileiras oitocentistas.
local.publisher.initialsUFMG

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