Memórias em trilhos: curadoria educativa e as camadas da história ferroviária em Sete Lagoas
| dc.creator | Lidiane Soares de Moura | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-09T14:11:51Z | |
| dc.date.issued | 2025-08-09 | |
| dc.description.abstract | This article explores how educational curation can challenge historical narratives, understood as social constructions (Maurice Halbwachs) and as manifestations of communicative and cultural memory (Jan and Aleida Assmann), using railway memories as a case study. Based on a comparative analysis of public materials from a project at the Railway Museum in Sete Lagoas (MG), as well as informal interviews and a structured questionnaire applied to one of the project’s coordinators, the study identifies a celebratory bias that softens conflicts and contributes to historical erasures, such as the violent dismantling of the Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) and its social impacts. As an alternative, we propose a poetic and pedagogical curatorship, grounded in theoretical frameworks by Barthes (studium/punctum), Kossoy (cultural filter), Barbosa (Triangular Approach), Dewey (transformative aesthetic experience), Vergara (museum as experience builder), and Freire (pedagogy of liberation), integrating both affective and analytical dimensions. The suggested method includes the use of photographs as poetic triggers, collaborative workshops for image selection and reinterpretation, personal testimonies, installations that represent patrimonial absences, and guided mediation to foster critical thinking. In conclusion, by placing non-formal education at the core of the exhibition process, the museum becomes a living space for learning and autonomy, embracing multiple memories and contributing to the construction of a more comprehensive historical consciousness. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/1347 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ | |
| dc.subject | Arte - Estudo e ensino | |
| dc.subject | Memória na arte | |
| dc.subject.other | Curadoria educativa | |
| dc.subject.other | Memória ferroviária | |
| dc.subject.other | Educação não formal | |
| dc.subject.other | Ensino de arte | |
| dc.title | Memórias em trilhos: curadoria educativa e as camadas da história ferroviária em Sete Lagoas | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Artur Luiz de Souza Maciel | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1138172057810686 | |
| local.contributor.referee1 | Louise dos Reis Gusmão Andrade | |
| local.description.resumo | Este artigo discute como a curadoria educativa pode tensionar narrativas históricas, compreendidas como construções sociais (M. Halbwachs) e manifestações da memória comunicativa e cultural (J. e A. Assmann), usando como estudo de caso as memórias ferroviárias. A partir da análise comparativa de materiais públicos de um projeto no Museu Ferroviário da cidade de Sete Lagoas – MG, bem como de entrevistas informais e de um questionário estruturado aplicado a uma de suas responsáveis, a pesquisa identifica um viés celebratório que ameniza conflitos e contribui para apagamentos históricos, como a desativação violenta da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) e seus impactos sociais. Como alternativa, propõe-se uma curadoria poética e pedagógica, ancorada em referências de Barthes (studium/punctum), Kossoy (filtro cultural), Barbosa (Abordagem Triangular), Dewey (experiência estética transformadora), Vergara (museu como construtor de experiências) e Freire (pedagogia da libertação), capaz de integrar dimensões afetivas e analíticas. O método sugerido inclui o uso de fotografias como gatilhos poéticos, oficinas colaborativas de seleção e releitura de imagens, depoimentos, instalações que representem ausências patrimoniais e mediação para promover o pensamento crítico. Conclui-se que, ao colocar a educação não formal no centro do processo expositivo, o museu se configura como espaço vivo de aprendizagem e autonomia, capaz de acolher memórias múltiplas e contribuir para a construção de uma consciência histórica mais completa. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | EBA - ESCOLA DE BELAS ARTES | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Ensino de Artes Visuais e Tecnologias Contemporâneas | |
| local.subject.cnpq | LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES |
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