Síndrome hepatopulmonar em crianças e adolescentes

dc.creatorLeticia Drumond Alberto
dc.date.accessioned2026-02-26T14:44:32Z
dc.date.issued2024-03-21
dc.description.abstractObjectives: To describe the clinical and laboratory characteristics and outcomes of pediatric hepatopulmonary syndrome (HPS) secondary to portal hypertension (PH) in Brazil. Methods: Fifty-four pediatric patients diagnosed with PH and HPS according to the European Respiratory Society criteria were included in this multicenter retrospective study. Clinical and laboratory data at the time of diagnosing the underlying disease, 12 months before diagnosing HPS, at the time of diagnosing HPS, and at the time of the last consultation were collected from the medical records. Results: PH was cirrhotic in 87% of patients. Biliary atresia was the predominant etiology (35.2%). The median age at the time of diagnosis was 7.8 years (interquartile range [IQR]: 4.7–10.8). Partial arterial oxygen pressure (PaO2) of asymptomatic patients (44.4%) was higher than that of symptomatic patients (p<0.0001). Peripheral oxygen saturation (SpO2) was ≥96% in eight patients, seven of whom had PaO2 of <70 mmHg. The hemoglobin levels were elevated at the time of diagnosing HPS (p=0.009), whereas the platelet count was decreased (p<0.001). The survival rates of the 66.6% of patients who underwent liver transplantation (LT) at 2 months and 1 year post-LT were 90.3% and 84.6%, respectively. The severity of HPS did not affect the general post-LT survival (p = 0.787). Conclusions: HPS remains asymptomatic during initial stages. SpO2 may not be a reliable screening test in pediatric patients. Elevated hemoglobin levels in PH may be related to hypoxemia. The severity of hypoxemia at the time of diagnosis does not affect post-LT survival.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1784
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsCC0 1.0 Universalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/
dc.subjectSíndrome Hepatopulmonar
dc.subjectHipertensão Portal
dc.subjectFibrose
dc.subjectHipóxia
dc.subjectTransplante de Fígado
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherCirrose hepatica
dc.subject.otherHipoxemia
dc.subject.otherTransplante hepático.
dc.titleSíndrome hepatopulmonar em crianças e adolescentes
dc.title.alternativeHepatopulmonary syndrome in children and adolescents
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Alexandre Rodrigues Ferreira
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0702418237720164
local.contributor.advisor1Eleonora Druve Tavares Fagundes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1704324812939966
local.contributor.referee1Eleonora Druve Tavares Fagundes, Adriana Teixeira Rodrigues, Thaís Costa Nascentes Queiroz.
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3234068798928315
local.description.resumoObjetivos: Descrever as características clínicas e laboratoriais e os desfechos da síndrome hepatopulmonar (SHP) pediátrica secundária à hipertensão portal (HP) no Brasil. Métodos: Cinquenta e quatro pacientes pediátricos diagnosticados com HP e SHP de acordo com os critérios da European Respiratory Society foram incluídos neste estudo retrospectivo multicêntrico. Dados clínicos e laboratoriais no momento do diagnóstico da doença de base, 12 meses antes do diagnóstico de SHP, no momento do diagnóstico de SHP e na última consulta foram coletados dos prontuários médicos. Resultados: A HP era cirrótica em 87% dos pacientes. A atresia biliar foi a etiologia predominante (35,2%). A mediana de idade no momento do diagnóstico foi de 7,8 anos (intervalo interquartílico [IQR]: 4,7–10,8). A pressão arterial parcial de oxigênio (PaO₂) dos pacientes assintomáticos (44,4%) foi maior que a dos pacientes sintomáticos (p<0.0001). A saturação periférica de oxigênio (SpO₂) foi ≥96% em oito pacientes, dos quais sete apresentavam PaO₂ <70 mmHg. Os níveis de hemoglobina estavam elevados no momento do diagnóstico de SHP (p=0,009), enquanto a contagem de plaquetas estava reduzida (p<0,001). As taxas de sobrevida dos 66,6% de pacientes submetidos ao transplante hepático (TH) aos 2 meses e 1 ano pós-TH foram de 90,3% e 84,6%, respectivamente. A gravidade da SHP não afetou a sobrevida geral pós-TH (p=0,787). Conclusões: A SHP permanece assintomática nos estágios iniciais. A SpO₂ pode não ser um teste de rastreamento confiável em pacientes pediátricos. Níveis elevados de hemoglobina na HP podem estar relacionados à hipóxia. A gravidade da hipóxia no momento do diagnóstico não afeta a sobrevida pós-TH.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6383-7690
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Saúde da Criança e do Adolescente
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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